Arquitetura
Sala de Aula da Escola Floresta Qingshan / 317studio

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Um espaço concebido como uma clareira na floresta, centrado no ritual compartilhado de se reunir ao redor de uma fogueira. Localizada no distrito de Xizhi, na cidade de Nova Taipei — área caracterizada por chuvas frequentes —, a Escola Primária e de Ensino Fundamental Qingshan dedica-se há muito tempo ao desenvolvimento da educação de escotismo. A escola imaginou uma sala de aula dedicada a essa prática, capaz de integrar ensino, treinamento prático e atividades em grupo, ao mesmo tempo em que responde às limitações dos espaços internos convencionais.




Devido ao clima local, atividades de escotismo ao ar livre, como treinamento de sobrevivência, montagem de tendas e exercícios de construção de equipe, frequentemente são obrigadas a acontecer em ambientes internos. No entanto, as salas de aula existentes eram limitadas pelo espaço restrito, armazenamento insuficiente e mobiliários rígidos, o que dificultava o suporte ao aprendizado experiencial e baseado em ações, central para a educação de escotismo.



Sob o conceito de “Floresta Qingshan”, o projeto redefine a sala de aula de escotismo como uma base de exploração imersiva, em vez de um ambiente de aprendizagem tradicional. A organização espacial se estrutura em torno de uma zona central compartilhada, inspirada na experiência coletiva de se reunir ao redor de uma fogueira em meio à floresta. Esse layout centrado estimula a interação, a comunicação e a presença em grupo, deslocando o foco da instrução unidirecional para a participação coletiva.


Um sistema contínuo de cordas é entrelaçado à estrutura do teto de madeira, formando uma tenda simbólica que delimita a área central de reunião. Atuando como organizadora espacial e referência cultural, a instalação de cordas traduz habilidades do escotismo em expressão arquitetônica, ao mesmo tempo em que incorpora valores de unidade e inclusão. Os elementos espaciais ao redor são dispostos como árvores em torno de uma clareira, definindo o perímetro e mantendo a abertura visual em direção ao centro.


A natureza está presente também por meio de paredes e tetos embutidos com espécies de plantas em acrílico, feitos à mão pelos alunos. Esses elementos criam uma camada abstrata de floresta no interior, reforçando a conexão com o exterior enquanto enfatizam a participação dos alunos na conformação do espaço.



Mais do que um espaço de ensino, a Floresta Aoyama funciona como uma base multifuncional que apoia práticas de escotismo, atividades em grupo, operações de clubes e intercâmbios entre escolas. Ao traduzir o ritual ao redor da fogueira em meio à floresta para uma experiência espacial interna, o projeto permite que os valores do escotismo sejam aprendidos não apenas por meio da instrução, mas também através do próprio espaço.

Arquitetura
Casa Terra / Tomohiro Hata Architect and Associates

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto teve início com a seguinte pergunta do cliente ao arquiteto:
“A sociedade ao nosso redor parece muito madura; no entanto, muitos edifícios estão sendo demolidos um após o outro, mesmo quando ainda têm vida útil suficiente. Isso não acontece justamente por causa da perda de algo essencial?”

Fonte: Archdaily
Arquitetura
5ª edição da ABERTO ocupa Casa Bola, obra icônica de Eduardo Longo
Paralelamente, a ABERTO estreia a ABERTO Rua, iniciativa que leva mais de 15 obras comissionadas para o espaço público da Avenida Faria Lima, expandindo a mostra para o tecido urbano. “Na rua, a arte encontra quem não foi convidado”, afirma Filipe Assis, sintetizando o gesto de abrir a experiência artística ao acaso, ao trânsito e à diversidade da cidade.
Arquitetura
Bairro em Paris – Biblioteca Multimídia e Edifícios Residenciais / La Architectures + Atelier Régis Roudil Architectes + Nicolas Hugoo Architecture

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Nicolas Hugoo Architecture concluiu 36 unidades de habitação social; a LA Architectures, uma biblioteca pública e 75 apartamentos familiares; e o atelier Régis Roudil, uma moradia estudantil com 75 apartamentos no bairro Paul Bourget, no 13º arrondissement de Paris. A operação de revitalização do bairro Paul-Bourget teve início em 2014, com o objetivo de romper o isolamento da área e assegurar a melhoria duradoura do panorama urbano para seus habitantes. Liderado pela Elogie Siemp e pela Semapa, e projetado pela Urban Act, este ambicioso projeto de renovação urbana possibilitou a criação de uma nova geração de habitações nesse terreno de 4 hectares, além de restaurar a presença de áreas verdes e da biodiversidade.

Fonte: Archdaily
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