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Samsung lança dobráveis Flip7 e Fold7, mais finos e com tela maior, por até R$ 14.599

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Samsung lançou nesta quinta-feira (24) no Brasil seus novos smartphones dobráveis Galaxy Z Fold7 e Z Flip7, que trazem mudanças na estrutura e melhorias na bateria com preços de R$ 6.699 a quase R$ 15 mil. Os celulares começam a ser entregues no país a partir do dia 9 de agosto.

Nesta geração, o Fold7, que dobra na horizontal e é voltado para produtividade e entretenimento, ficou maior e mais fino. Aberto, o celular agora se transforma em uma tela de 8 polegadas, contra 7,6 polegadas no Flip6. Já sua espessura saiu de 5,6 mm para 4,2 mm, menos do que duas moedas de R$ 0,25 juntas.

A câmera principal do smartphone saiu dos 50 MP da versão do ano passado para um sensor equivalente ao do Galaxy S25 Ultra, modelo mais completo da marca, de 200 MP. Mesmo com os avanços, o peso foi reduzido em 24 gramas, para 215 gramas.

As melhorias resultam no modelo mais caro da marca, de R$ 14.599 na versão com 1 TB de armazenamento e 16 GB de memória RAM. Nos Estados Unidos, onde o produto foi lançado no início deste mês, ele sai por US$ 2.000 (cerca de R$ 11 mil). O modelo do ano passado pode ser encontrado por menos de R$ 10 mil em varejistas.

Já o Flip7, que dobra na vertical e rivaliza com o Razr da Motorola, recebeu uma tela externa maior de 4,1 polegadas, contra 3,4 polegadas no Flip6, e uma melhoria expressiva na bateria. O modelo saiu da duração de 23 horas de reprodução de vídeos para 31 horas, segundo a empresa, mesmo patamar do Galaxy S25 Ultra.

Aberto, a espessura do celular saiu de 6,9 mm para 6,5 mm. Não houve mudanças expressivas no conjunto de câmeras. O modelo custa a partir de R$ 8.199 na versão com 256 GB de armazenamento e 12 GB de memória RAM. Já a versão mais econômica e com menos recursos Flip 7 FE sai por R$ 6.699.

Em relação a processamento, o Fold7 ficou com o chip Snapdragon 8 Elite para Galaxy, um dos principais da Qualcomm, enquanto o Flip7 recebeu o Exynos 2500 da própria Samsung. Ambos também receberam reforço de durabilidade nas dobradiças.

Os dois modelos também contam com recursos de inteligência artificial do Google e do sistema operacional da Samsung, o One UI, como a função de circular para pesquisar, redução de ruído em chamadas e remoção de objetos indesejados em fotos.

Modelos cada vez mais finos já são uma tendência do mercado. Em maio, a marca sul-coreana lançou o Samsung Galaxy S25 Edge, versão slim da linha principal, por R$ 8.799. A Apple deve lançar neste trimestre um equivalente que pode se chamar iPhone 17 Air, segundo a Bloomberg.

No ramo dos dobráveis, as chinesas Honor e Huawei apresentaram neste ano no mercado nacional, respectivamente, o Magic V3 (de 4,4 mm) e o Mate X6 (de 4,6 mm), que concorrem com o novo Fold7 da Samsung.

Apesar do aumento das opções, o segmento vive um momento de incerteza. Segundo relatório da empresa de pesquisa Counterpoint, o mercado de dobráveis deve ter sua primeira retração em 2025 depois de dois anos de crescimento estável entre 3% e 4%.

A expectativa para 2026, no entanto, é que uma eventual entrada da Apple e a expansão dos modelos do tipo “flip” garantam uma recuperação robusta.

O Samsung Galaxy Z Fold7 estará disponível nas cores preto, azul, cinza e verde; o Flip7, em preto, azul e verde; e o Flip7 FE, em preto e branco.

A marca também lançou no país a nova geração do relógio inteligente Galaxy Watch, com novas funções de monitoramento cardíaco e do sono e melhorias nas telas. Os modelos Watch8, Watch8 Classic e Watch8 Ultra custam, respectivamente, R$ 2.999, R$ 4.499 e R$ 4.999.



Fontes: Notícias ao Minuto

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O que é a Lua de Neve, fenômeno que iluminará o céu neste domingo

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Neste domingo, 1º, a noite ficará ainda mais bela e iluminada com a chamada Lua de Neve, cujo ápice ocorre às 19h09. Para os interessados, o fenômeno será visível em todo o território nacional, dependendo, evidentemente, da boa vontade das condições meteorológicas.

Embora o nome seja bastante sugestivo, a Lua de Neve não entregará nenhum efeito visual digno de uma produção da Disney. Trata-se da Lua Cheia de fevereiro, revestida de um simbolismo que atravessa séculos.

O apelido tem origem nos povos indígenas da América do Norte, que tinham o hábito de batizar as luas conforme o clima local. Como fevereiro é o auge do inverno no Hemisfério Norte, o nome é autoexplicativo.

Registros históricos mostram que o satélite também já foi chamado de Lua da Fome, uma referência menos poética e bem mais realista à escassez de alimentos no fim do rigoroso inverno. Por razões óbvias de relações públicas, o termo \”Neve\” acabou prevalecendo no imaginário popular.

A Lua de Neve é uma superlua?

Não. Apesar do nome chamativo, a Lua de Neve não é, necessariamente, uma superlua. O termo ‘superlua’ é usado quando a Lua Cheia coincide com o perigeu, ponto de sua órbita em que ela está mais próxima da Terra. Nesses casos, o satélite parece ligeiramente maior e mais brilhante no céu.

Neste domingo, a Lua estará cheia, mas a uma distância média, sem o aumento perceptível de tamanho ou brilho que caracterizam uma superlua. Ainda assim, as condições de observação continuam excelentes, especialmente em locais com pouca poluição luminosa.

Do ponto de vista astronômico, a Lua de Neve é uma Lua Cheia comum, visível durante toda a noite, nascendo ao pôr do sol e se pondo ao amanhecer. Seu brilho intenso pode ofuscar estrelas mais fracas, mas favorece observações a olho nu e fotografias de paisagens noturnas.

E sob o olhar da astrologia?

Na astrologia, a Lua Cheia é tradicionalmente associada a culminações, revelações e encerramentos de ciclos. A Lua de Neve, em especial, costuma ser interpretada como um momento de resiliência, introspecção e preparação para mudanças.

Astrólogos também a associam a processos internos. Desse modo, focam em revisão de metas, limpeza emocional e fortalecimento de estruturas pessoais; em sintonia com a ideia de atravessar o \”inverno\” para chegar à renovação.

A Lua cheia deste domingo ocorre em Leão, um signo que não aceita o papel de coadjuvante. Além disso, o ápice ocorre com Ascendente também em Leão, com o foco sobre a imagem que projetamos.

Em um mundo saturado pelos ruídos das redes sociais, o céu sugere que o verdadeiro prestígio não está nos algoritmos. É o momento de revisar sua \”marca pessoal\” sob uma ótica de autenticidade, não de engajamento.

Vale a pena observar a Lua de Neve?

Mesmo sem ser uma superlua, o fenômeno é um convite honesto para pausar o scrolling infinito e olhar para cima. Em um mundo de distrações digitais, reconectar-se com os ritmos naturais é um luxo analógico.

Basta um céu limpo e alguns minutos de descompressão. O espetáculo é garantido, gratuito e, felizmente, livre de anúncios.

Quais são as próximas luas cheias de 2026

A maioria dos anos têm 12 luas cheias, mas 2026 terá 13. Confira abaixo as datas, de acordo com o Departamento de Astronomia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG/USP). Os nomes seguem os padrões dos nativos americanos, segundo o The Old Farmer’s Almanac.

1º de fevereiro – Lua de Neve

3 de março – Lua da Minhoca

1º de abril – Lua Rosa

1º de maio – Lua das Flores

31 de maio – Lua Azul

29 de junho – Lua de Morango

29 de julho – Lua dos Cervos

28 de agosto – Lua de Esturjão

26 de setembro – Lua do Milho (Lua da Colheita)

26 de outubro – Lua do Caçador

24 de novembro – Lua do Castor

23 de dezembro – Lua Fria



Fontes: Notícias ao Minuto

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Nvidia é a empresa mais valiosa do mundo. Mas quanto paga a engenheiros?

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O trabalho da Nvidia no desenvolvimento de chips de Inteligência Artificial lhe garantiu o status de empresa mais valiosa do mundo, com um valor estimado em 4,56 trilhões de dólares.

Com a ascensão meteórica da companhia nos últimos anos, torna-se especialmente interessante entender como a Nvidia busca reter e atrair talentos por meio de compensações financeiras.

Como informa o site Business Insider, a Nvidia não divulga os salários de seus funcionários, o que faz com que seja possível ter apenas uma estimativa a partir de documentos enviados ao Departamento do Trabalho dos Estados Unidos para a solicitação de vistos H-1B — um tipo de visto que permite que empresas norte-americanas contratem profissionais estrangeiros altamente qualificados.

A partir desses documentos, é possível observar que o salário-base de um engenheiro de software na Nvidia varia entre US$ 92 mil e US$ 425,5 mil por ano. Já os cientistas de pesquisa recebem entre US$ 104 mil e US$ 431,25 mil (cerca de 87.574 a 363.254 euros) anuais. Um gerente de produto, por sua vez, pode ganhar entre US$ 131.029 e US$ 379.500 (aproximadamente 110.369 a 319.664 euros) por ano.

É importante destacar que esses valores não incluem bônus nem participação acionária, o que significa que a remuneração total pode alcançar patamares significativamente mais altos.

A “guerra por talentos” entre as gigantes da tecnologia nos Estados Unidos se intensificou nos últimos anos, com a área de Inteligência Artificial se tornando um verdadeiro campo de batalha, no qual empresas como Meta, OpenAI, Google, Microsoft, Amazon e Apple, entre outras, disputam os principais especialistas do setor.

Leia Também: Pela 1ª vez, missão à Lua terá uma mulher, um negro e um não americano



Fontes: Notícias ao Minuto

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Apesar de lucros recorde, líder da Apple admite preocupação com 2026

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Apesar do tom positivo da mais recente apresentação de resultados da Apple, o CEO Tim Cook admitiu, durante o evento, que o ano de 2026 pode ser desafiador devido ao aumento no preço da memória RAM.

Vale lembrar que esses componentes estão cada vez mais disputados por empresas de tecnologia que investem no desenvolvimento de infraestrutura para o treinamento de modelos de Inteligência Artificial.

Embora o aumento da demanda por esses componentes não tenha afetado as margens de lucro da Apple no último trimestre, Cook afirmou que o tema pode se tornar uma preocupação maior nos próximos meses.

“Continuamos observando um aumento significativo nos preços de mercado da memória”, afirmou o CEO da Apple, segundo o site Business Insider. “Como sempre, vamos analisar diversas opções para lidar com isso. Há algumas alavancas que podemos acionar. Não sabemos se serão bem-sucedidas, mas temos várias alternativas à disposição.”

Lucros recordes impulsionados pelo iPhone

A Apple divulgou na quinta-feira um lucro trimestral de 42 bilhões de dólares, o que representa um crescimento anual de 16%. O iPhone, principal produto da empresa, alcançou um recorde histórico de vendas.

Os dados financeiros, divulgados após o fechamento de Wall Street, mostram uma receita recorde de 143,756 bilhões de dólares, alta de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior. O desempenho foi impulsionado pelas vendas do iPhone, que cresceram 23%, chegando a 85,269 bilhões de dólares.

“O iPhone teve seu melhor trimestre graças a uma demanda sem precedentes, com recordes em todas as regiões geográficas, e o segmento de Serviços também alcançou uma receita recorde”, afirmou Tim Cook em comunicado.

Durante a videoconferência sobre os resultados, Cook atribuiu a “extraordinária” demanda ao iPhone 17 e às versões Pro e Pro Max, destacando que a linha apresenta o melhor desempenho, o sistema de câmeras mais avançado e maior leveza já vistos.

A receita com produtos da Apple — incluindo iPhone, Mac e iPad — totalizou 113,743 bilhões de dólares, enquanto a área de Serviços, que engloba App Store, iCloud e Apple Music, alcançou 30 bilhões de dólares.

Cook também destacou que há mais de 2,5 bilhões de dispositivos da Apple ativos em todo o mundo.

Geograficamente, todas as regiões registraram crescimento nas vendas. Na China e em mercados próximos, como Taiwan e Hong Kong, o aumento foi de 38%. Nas Américas, que concentram a maior parte das vendas, a alta foi de 11%.

Ao final do exercício fiscal de 2025, encerrado em outubro — já que o ano fiscal da empresa não coincide com o ano civil —, a Apple registrou crescimento anual de 19% no lucro, que atingiu 112 bilhões de dólares, sustentado por um aumento de 6% na receita, que chegou ao patamar inédito de 416 bilhões de dólares.

Atualmente, a Apple possui a terceira maior capitalização de mercado do mundo, avaliada em 3,8 trilhões de dólares.

Leia Também: Por que Plutão não é mais planeta? Como as classificações na astronomia funcionam



Fontes: Notícias ao Minuto

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