Arquitetura
SESC Franca / SIAA + Apiacás Arquitetos

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- Área:
26263 m²
Ano:
2024
Fabricantes: Acústica & Sônica AVM, MBM Engenharia , Ambiental , Arqmate, Bettoni , CAP – Consultoria Ambiental e Paisagística , Climaplan, Franco Associados, Harmonia Acústica, Kurkdjian Fruchtengarten Engenharia, MAG Projesolos, Mirella Marino, Monobeton , Nucleora, Steinsolos , proassp

Descrição enviada pela equipe de projeto. A justaposição de atividades culturais e esportivas presente no programa de necessidades das unidades do SESC — assim como a qualidade de sua programação e infraestrutura — propicia a criação de um espaço estimulante e diversificado, capaz de fomentar um olhar atento para questões primordiais da disciplina arquitetônica: a arquitetura como local de encontro, espaço capaz de abrigar a convivência humana e o desenvolvimento de suas atividades.


O caráter eminentemente público desse programa também impulsiona a criação de um espaço que, apesar de sua gestão privada, se afirma como um ambiente de caráter marcadamente urbano em seu interior e que funciona como um elemento catalisador do desenvolvimento urbano de seu entorno: a arquitetura como instrumento de construção da cidade e da paisagem.

Nesse sentido, a obra do SESC Franca encarna a noção de uma utopia construída. Em uma cidade do interior do estado de São Paulo, historicamente carente de infraestrutura pública em cultura, lazer, esporte e saúde, o projeto se apresenta como a materialização de um horizonte de possibilidades: um futuro melhor imaginado a partir do projeto arquitetônico e efetivamente concretizado.


1. Inserção urbana. Considerando a escala do quarteirão e as especificidades do seu entorno, decidiu-se caracterizar cada uma das quatro ruas com acessos e programas específicos, evitando a criação de “fundos” sem qualidade urbana nas divisórias que delimitam o lote.

2. Volumetria. A partir do esquema de acessos do conjunto, foi proposto um volume linear destinado a funções administrativas e de serviços, e outro para os programas públicos. Esses dois volumes são construídos com um caráter tectônico marcado — alternando opacidade, transparência e translucidez — em contraste com o caráter estereotômico das paredes de gabiões, concebidas tanto como contenções quanto como fechamentos para estacionamentos e áreas técnicas.

3. A construção do vazio. Ao mesmo tempo em que a volumetria define os limites do lote e organiza os acessos, os dois blocos principais delimitam um espaço interior descoberto para atividades ao ar livre. Piscinas, quadras e áreas de recreação infantil foram dispostas em três plataformas adaptadas à topografia, à orientação solar, às vistas da paisagem e, acima de tudo, ao caráter específico de cada atividade prevista.

4. Relação interior-exterior. Cada uma das três plataformas de atividades ao ar livre foi projetada em continuidade com os pisos internos, promovendo a extensão entre os programas internos e externos: continuidade entre piscinas cobertas e descobertas; conexão entre áreas infantis e de lazer; relação entre quadras, academias e áreas de convivência, e a abertura do refeitório para o exterior.


5. Densidade e diversidade. Em vez de fragmentar o projeto em volumes funcionais autônomos, privilegiou-se a concentração dos programas públicos em um único volume, valorizando a diversidade e a densidade das atividades do SESC. Essa decisão gera um espaço arquitetônico vibrante e de marcante caráter urbano, tanto pela simultaneidade de usos quanto pela interação natural entre usuários de diferentes idades e interesses.

6. O espaço negativo. Embora os programas sejam organizados em caixas dentro do volume principal, todo o projeto foi concebido a partir do vazio construído. Este espaço negativo abriga programas complementares à circulação, potencializando as passagens como locais de encontro. São adicionadas passarelas e escadas abertas que multiplicam as possibilidades de percurso e articulam os diferentes níveis e programas.

7. O desenho do piso. O piso atravessa o edifício criando uma passagem entre o acesso público e o pátio interior. Como uma rua, articula diferentes programas e adapta-se à topografia formando plataformas em diferentes níveis. Em cada nível, um programa; e o teto de um espaço é o piso do nível seguinte.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Geração aluguel? Estudos mostram como a geração Z encara o morar
O desejo pela casa própria permanece forte porque a propriedade ainda simboliza segurança, estabilidade e proteção frente a incertezas econômicas. Além disso, nossa pesquisa mostra que a flexibilidade valorizada no presente não elimina aspirações de longo prazo, mas convive com elas. Em geral, a casa própria aparece mais como um projeto futuro do que imediato: algo a ser conquistado quando houver maior estabilidade financeira e profissional. Assim, o aluguel e a mobilidade funcionam como estratégias temporárias. Mas há uma contradição: esses jovens estão preferindo gastar com experiências efêmeras no presente, especialmente viagens, podendo, assim, não estar consolidando poupança suficiente para adquirir a moradia própria no futuro, perpetuando um ciclo vicioso que dificulta a compra”, analisa o professor.
Arquitetura
Centro de Cuidados Paliativos Bagchi Karunashraya / Mindspace

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- Área:
12000 m²
Ano:
2024
Fabricantes: Century, Delianate Facade system, Featherlite Furniture, Hattich, Havells, Hindware, Jaquar, Listo Paints, MYK, Merino, Somany Tile, welspun

Descrição enviada pela equipe de projeto. Bagchi Karunashraya, que significa “Morada da Compaixão”, é uma instalação de cuidados paliativos localizada em Bhubaneswar, Odisha, dedicada a oferecer cuidados gratuitos e de qualidade a pacientes com câncer em estágio terminal. O centro constitui uma resposta compassiva ao cuidado no fim da vida, profundamente enraizada na filosofia: “Onde não há cura, há cuidado.” Trata-se de um lugar onde arquitetura, natureza e dignidade humana convergem para criar um ambiente de acolhimento e cuidado.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Residência RDJ / Jacobsen Arquitetura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em um grande declive, em meio a uma reserva florestal, o projeto da Residência RDJ buscou mimetizar topograficamente o terreno no qual se insere. O objetivo era criar uma casa que, à primeira vista, parecesse térrea, mas que fosse lentamente se desdobrando através do subsolo e de outros pavilhões que compõem o percurso da sua descida.

Fonte: Archdaily
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