Tecnologia
TikTok chega a acordo em processo sobre dependência das redes sociais
O TikTok firmou um acordo extrajudicial nos Estados Unidos e evitou ir a julgamento em um processo que o acusava, assim como Meta e YouTube, de incentivar a dependência entre jovens usuários. O entendimento confidencial entre a ByteDance, controladora do TikTok, e a autora da ação foi comunicado ao juiz no início da audiência realizada na terça-feira, em Los Angeles, segundo registros citados pela France-Presse.
O processo tem como foco uma jovem californiana de 19 anos, identificada nos autos pelas iniciais K.G.M., cuja queixa foi escolhida como caso-modelo para testar a condução de ações coletivas movidas contra grandes empresas de tecnologia. As companhias são acusadas de terem desenvolvido deliberadamente suas plataformas, especialmente os algoritmos de recomendação personalizados, para manter os usuários conectados pelo maior tempo possível.
Com os acordos firmados pela ByteDance e pela Snap Inc., dona do Snapchat, apenas a Meta, responsável por Instagram e Facebook, e a Alphabet, controladora do YouTube, seguem como rés nesse primeiro e aguardado julgamento.
A ação começou oficialmente na terça-feira, 27, em um tribunal da Califórnia, com a fase de seleção do júri popular, prevista para durar até sexta-feira. Os debates devem ter início na próxima semana. Até agora, as grandes redes sociais vinham evitando processos desse tipo com base na seção 230 do Communications Decency Act, que limita a responsabilidade das plataformas sobre conteúdos publicados por usuários.
Diante desse cenário, os advogados da acusação optaram por uma estratégia alternativa, concentrando os argumentos não no conteúdo em si, mas em falhas na concepção dos produtos. A abordagem remete às ações judiciais movidas contra a indústria do tabaco nas décadas de 1990 e 2000.
Segundo a denúncia, a jovem começou a usar o YouTube aos seis anos, o Instagram aos 11, o Snapchat aos 13 e o TikTok aos 14. Ela afirma ter desenvolvido dependência das plataformas, que, segundo o processo, contribuíram para quadros de depressão, ansiedade, distúrbios de imagem corporal e pensamentos suicidas. Estudos recentes têm apontado impactos negativos das redes sociais sobre parte do público jovem.
A autora da ação não estipulou um valor para a indenização e pediu apenas que o caso fosse julgado por um tribunal civil da Califórnia. O processo é conduzido pela juíza Carolyn Kuhl e deve lançar luz sobre práticas adotadas por grandes empresas de tecnologia, cada vez mais questionadas por seus efeitos sobre crianças e adolescentes. Executivos devem ser chamados a depor, entre eles o presidente da Meta, Mark Zuckerberg.
O julgamento deve se estender por seis a oito semanas e ocorre em meio a um movimento global por maior regulação das plataformas digitais. Um dos exemplos é a proibição do uso de redes sociais por menores de 16 anos, que entrou em vigor na Austrália no fim de dezembro.
A decisão final poderá servir de precedente para dezenas de processos semelhantes em andamento. Outros dois julgamentos estão previstos para abril e junho, também sob responsabilidade da juíza Kuhl, enquanto uma ação de alcance nacional pode ser analisada no segundo semestre de 2026 por uma juíza federal em Oakland, perto de São Francisco.
Sob pressão regulatória e judicial, grandes redes sociais passaram a adotar medidas para restringir o uso por menores. O Instagram lançou contas específicas para adolescentes em 2024, enquanto Snapchat, YouTube e TikTok ampliaram ferramentas de proteção voltadas a esse público.
Fontes: Notícias ao Minuto
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NASA exclui colisão do asteroide 2024 YR4 com a Lua
O ano de 2026 não está tendo um começo fácil. No entanto, entre o início de guerras e os aumentos (acentuados) nos preços dos combustíveis, há pelo menos um problema a menos para se preocupar: o asteroide 2024 YR4 não vai colidir com a Lua em 2032.
Quem afirma isso é a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), que, com base em observações realizadas pelo instrumento NIRCam do Telescópio Espacial James Webb, conseguiu descartar a hipótese de uma colisão entre o asteroide e o satélite natural da Terra nos próximos anos.
Essas observações, feitas entre 18 e 26 de fevereiro, foram analisadas pelo Center for Near-Earth Object Studies, do Jet Propulsion Laboratory da NASA. A análise determinou que o asteroide passará a pouco mais de 21 mil quilômetros de distância da Lua no dia 22 de dezembro de 2032.
Vale lembrar que o 2024 YR4 começou a ser observado no fim de 2024 e, no início de 2025, as observações ainda não permitiam determinar se a Terra estava completamente livre do risco de uma possível colisão com esse asteroide.
Asteroide 2024 YR4 © ESA
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Google vai “denunciar” apps que gastem muita bateria
Os aplicativos responsáveis por consumir muita bateria do seu celular Android passarão a ser devidamente identificados na Play Store. A Google havia indicado no ano passado que começaria a exibir esse tipo de informação em sua loja virtual, e o site 9to5Google finalmente encontrou o aviso.
No exemplo compartilhado pela publicação, é possível ler na página de alguns aplicativos que eles podem “usar mais bateria do que o esperado devido à forte atividade em segundo plano”.
Além desse alerta, a Google também informará aos desenvolvedores de que maneira seus aplicativos estão consumindo mais energia do que o previsto.
“Reconhecendo que o consumo excessivo de bateria é uma grande preocupação para os usuários do Android, a Google tem tomado medidas importantes para ajudar os desenvolvedores a criarem aplicativos mais eficientes em termos de energia”, diz o comunicado da empresa.
Além disso, a Google afirma que esse tipo de aviso começará a aparecer “gradualmente” em um número cada vez maior de aplicativos disponíveis na Google Play Store.
© Reprodução 9to5google
Leia Também: As teclas “F” e “J” do teclado são diferentes. Já pensou porquê?
Fontes: Notícias ao Minuto
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As teclas “F” e “J” do teclado são diferentes. Já pensou porquê?
Mesmo com todos os avanços tecnológicos que estamos vendo nos computadores nos últimos anos, há certos detalhes que não mudam e assim é pela conveniência. Um destes detalhes é a saliência nas teclas “F” e “J”, que se encontram em todos os teclados.
Tenha ou não reparado nesta particularidade, pode se dar o caso de já se ter perguntado sobre o motivo que leva todas as fabricantes de computadores portáteis e de teclados a adotar esta “convenção” e a verdade é que tem uma razão de ser.
Segundo o site BGR, a saliência nestas duas teclas é uma funcionalidade de design que ajuda os usuários a saberem onde têm os dedos posicionados sem terem de olhar para o teclado. Ao colocar os dedos no teclado e instintivamente saberem, os usuários mais experientes no uso do teclado podem acelerar o processo de escrita sem terem de estar constantemente alternando entre o teclado e a tela enquanto escrevem.
Quanto ao motivo de serem o “F” e “J” a terem esta saliência, é bastante simples e está relacionado com a posição central destas teclas, um motivo que também explica o fato de o “5”, no teclado numérico da parte direita do dispositivo, também ser o único número com esta saliência.
Ao colocar o dedo no teclado numérico, é possível ao usuário saber de imediato que tem o dedo pousado na tecla “5” e que números estão à volta sem ter de olhar para a tela do computador.
Fontes: Notícias ao Minuto
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