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Ton That Dam – Café e Restaurante à Base de Plantas / xưởng xép

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© xưởng xép

Descrição enviada pela equipe de projeto. Escondido discretamente na malha densa da cidade, este mercado modesto e despretensioso oferece um contraponto marcante aos altos edifícios comerciais ao seu redor. Em meio ao ritmo acelerado de desenvolvimento urbano, sua presença contínua funciona como um ancoradouro da memória — um lugar onde espaços cotidianos e familiares persistem, sustentados pelo envolvimento duradouro da comunidade local.

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Diante desse cenário, o restaurante se insere no terreno como uma adição cuidadosa — que não busca se destacar, mas sim contribuir com um novo ritmo para um espaço já carregado de uso e memória. O projeto parte dos valores existentes da antiga casa, transformando-os em uma experiência espacial que responde às demandas contemporâneas.

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Planta
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No térreo, a estrutura original de vigas de madeira — típica das casas tradicionais com influência chinesa — foi preservada e adaptada para abrigar a área de refeições, marcada por um pé-direito baixo. Essa configuração espacial promove uma sensação de intimidade, evocando o clima das refeições comunitárias tradicionais: mesas baixas, comida compartilhada e um forte senso de convivência.

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Seção
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Em contraste, o andar superior apresenta um ambiente mais alto e arejado, com a estrutura original do telhado preservada quase em sua totalidade. A luz natural é filtrada por materiais leves — como tela metálica, painéis vegetados de espuma e iluminação sutilmente integrada. Luminárias pendentes de grande escala dialogam com a madeira exposta, oferecendo uma sensação suave de aconchego e um ritmo visual que conecta o interior à estrutura do edifício.

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O projeto é guiado por uma abordagem de contenção, continuidade e reinterpretação. O novo não se sobrepõe ao antigo; busca, ao contrário, esclarecer e ressignificar seu valor por meio de uma linguagem arquitetônica mais refinada e atual. As transições entre camadas espaciais, materiais e funções são cuidadosamente compostas — permitindo que a nova arquitetura se insira naturalmente no bairro, coexistindo com as narrativas já profundamente enraizadas no local e ajudando a levá-las adiante.

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Fonte: Archdaily

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