Arquitetura
Uma Casa para Encontros / Sibling Architecture

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Ano:
2025
Fabricantes: Big River Amourply, Cork, Dulux, Kayo Brick, Laminex, Nubrik

Descrição enviada pela equipe de projeto. Esta casa é um projeto pensado para anfitriões por excelência. O jovem casal é reconhecido por sua hospitalidade generosa, abrindo as portas de casa várias vezes por semana — seja para um aperitivo espontâneo ou para longos almoços cuidadosamente planejados. Inserida em um terreno compacto e com orçamento modesto, esta ampliação busca refletir e ampliar esse espírito acolhedor, criando um novo espaço dedicado ao convívio e à celebração junto a amigos e familiares.

A extensão substitui metade da casa existente por um novo volume de dois pavimentos, integrado de forma sensível ao tecido residencial em constante evolução de Thornbury. O projeto inclui ainda o paisagismo e a reforma dos interiores da porção remanescente da casa. A construção original, uma casa de fachada única, longa, estreita e voltada para o sul, apresentava limitações significativas. O briefing inicial priorizou a entrada de luz natural, a criação de espaços mais abertos e uma conexão mais forte com o quintal. A área reduzida exigiu um planejamento altamente eficiente, com a sobreposição de usos dentro de um mesmo ambiente.


O novo volume é contextual e dialoga de forma relevante com o mosaico de extensões presentes em Thornbury. Construído a partir de uma combinação de tijolos em tom creme e vidro, a fachada oeste — visível apenas a partir de uma rua posterior — atua como um pano de fundo sereno para as animadas reuniões que acontecem no interior.

Internamente, a casa reflete as personalidades dos proprietários por meio de detalhes lúdicos e cuidadosamente pensados, como a marcenaria vibrante da cozinha, os azulejos personalizados e os ousados toques metálicos. O projeto é permeado por referências à falecida mãe de Rob, Michelle, uma designer de interiores vibrante que frequentemente utilizava compensado, metal ondulado e o mesmo tapete verde macio que hoje aparece na entrada da casa. Localizado no pavimento superior, o quarto principal funciona como um santuário afastado das áreas sociais inferiores. Com vistas externas restritas ao céu, tons de azul dominam o ambiente, evocando a sensação de estar entre nuvens.


O conceito de interiores e o planejamento espacial foram orientados pelas diversas formas como os proprietários compartilham refeições entre si e com seus convidados. O projeto precisava acomodar confortavelmente de 2 a 30 pessoas no espaço de jantar, desde uma refeição cotidiana a dois, passando por um jantar íntimo, até um longo almoço festivo. A cozinha e a sala de jantar foram integradas em um amplo espaço central, permitindo a conexão contínua entre os proprietários e seus convidados durante o preparo das refeições.

A inovação do projeto está em sua capacidade de se expandir e se contrair conforme as necessidades dos moradores. O sofá também funciona como banco de jantar e, durante festas, a mesa de jantar passa a atuar como ilha da cozinha. O deck opera como um espaço de transição, com elementos embutidos — como um banco — que levam o mobiliário interno para fora, criando uma experiência de refeição ao ar livre. O caráter performático do preparo de alimentos e bebidas é reforçado pela marcenaria colorida da cozinha e pelos azulejos personalizados, criados por um artista local e amigo dos proprietários. Três claraboias posicionadas sobre a cozinha garantem iluminação passiva ao longo do dia e permitem a entrada de luz solar direta durante a “hora dourada”.

A fachada principal da extensão, voltada para o oeste, é explorada para captar a luz da tarde, com um toldo que oferece proteção contra o sol de verão e, ao mesmo tempo, permite a ampliação do espaço de jantar para integrar o deck externo adjacente e a nova paisagem. Ao longo dessa fachada oeste, a luz é filtrada para a sala de jantar e para o quarto do pavimento superior por meio de uma faixa vertical de blocos de vidro.

O banheiro do pavimento térreo também utiliza blocos de vidro, dando continuidade a essa linguagem e garantindo iluminação passiva ao longo do dia. Uma quarta claraboia é posicionada sobre a escada central aberta, levando luz natural ao coração do lote estreito. Estratégias como ventilação cruzada, captação de água da chuva e o uso de energia solar contribuem para manter um ambiente interno confortável e eficiente.

O projeto foi concluído dentro do prazo e com um orçamento extremamente restrito. Decisões estratégicas — como o aumento da altura do pé-direito no térreo e o posicionamento cuidadoso das claraboias — contribuem para a criação de espaços mais amplos e generosos. Detalhes especiais, como os azulejos personalizados da cozinha, os tapetes coloridos e os elementos em metal laranja vibrante, reforçam o caráter da casa e refletem as personalidades dos proprietários.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Terra / Tomohiro Hata Architect and Associates

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto teve início com a seguinte pergunta do cliente ao arquiteto:
“A sociedade ao nosso redor parece muito madura; no entanto, muitos edifícios estão sendo demolidos um após o outro, mesmo quando ainda têm vida útil suficiente. Isso não acontece justamente por causa da perda de algo essencial?”

Fonte: Archdaily
Arquitetura
5ª edição da ABERTO ocupa Casa Bola, obra icônica de Eduardo Longo
Paralelamente, a ABERTO estreia a ABERTO Rua, iniciativa que leva mais de 15 obras comissionadas para o espaço público da Avenida Faria Lima, expandindo a mostra para o tecido urbano. “Na rua, a arte encontra quem não foi convidado”, afirma Filipe Assis, sintetizando o gesto de abrir a experiência artística ao acaso, ao trânsito e à diversidade da cidade.
Arquitetura
Bairro em Paris – Biblioteca Multimídia e Edifícios Residenciais / La Architectures + Atelier Régis Roudil Architectes + Nicolas Hugoo Architecture

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Nicolas Hugoo Architecture concluiu 36 unidades de habitação social; a LA Architectures, uma biblioteca pública e 75 apartamentos familiares; e o atelier Régis Roudil, uma moradia estudantil com 75 apartamentos no bairro Paul Bourget, no 13º arrondissement de Paris. A operação de revitalização do bairro Paul-Bourget teve início em 2014, com o objetivo de romper o isolamento da área e assegurar a melhoria duradoura do panorama urbano para seus habitantes. Liderado pela Elogie Siemp e pela Semapa, e projetado pela Urban Act, este ambicioso projeto de renovação urbana possibilitou a criação de uma nova geração de habitações nesse terreno de 4 hectares, além de restaurar a presença de áreas verdes e da biodiversidade.

Fonte: Archdaily
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