Arquitetura
Vila de férias da Rainha Vitória é colocada à venda por R$ 306 milhões na Itália
Antigamente um destino de férias favorito da Rainha Vitória e supostamente descrito em uma das maiores obras da literatura italiana, a Villa Palmieri é repleta de história e agora pode ser sua – se você tiver mais de R$ 360 milhões à disposição.
Situada nas colinas nos arredores de Florença, a Villa se estende por quase 4.000 metros quadrados, enquanto seu jardim cobre nove hectares, tornando-o o segundo maior parque da cidade, de acordo com um comunicado enviado à CNN pela Dreamer Real Estate, que está cuidando da venda.
Nos terrenos, os hóspedes podem chegar via heliponto e desfrutar da quadra de tênis, dos jardins exuberantes e de uma antiga piscina. Dentro da casa, há 23 quartos e 19 banheiros, todos com interiores ornamentados, dispostos ao redor de um pátio interno.
A Villa remonta ao século XIV e foi inicialmente propriedade da família Fini, antes de ser comprada em 1454 por Matteo di Marco Palmieri, que deu seu nome à propriedade. Em 1760, passou para mãos inglesas quando o terceiro conde Cowper a comprou, e posteriormente foi propriedade do conde de Crawford e Balcarres.

Foi durante esse período que a Rainha Vitória fez sua primeira visita, ficando na Villa por um mês em 1888, retornando em 1893 e 1894. Placas comemorativas de sua estadia ainda podem ser vistas em algumas árvores no jardim.
A rainha garantiu que teria todo o conforto de sua casa durante sua estadia, organizando o envio antecipado de uma cama, duas poltronas, um sofá, uma escrivaninha e uma banheira, além de outros móveis e dois retratos de seu falecido marido, o príncipe Albert, conforme relatado pelo New York Times em 1888.
“O jornal acrescentou que ‘a Rainha aprecia muito o completo isolamento da Villa e o silêncio quase monástico que ela proporciona.’”
Antes da ligação de Vitória com a propriedade, ela já estava associada a um dos escritores mais famosos da Itália, Giovanni Boccaccio, que supostamente descreveu seus jardins em seu “Decameron” — hoje considerado uma obra-prima no cânone literário italiano.
Resquícios de seu passado histórico ainda estão espalhados pela propriedade, na forma de afrescos, pinturas e bustos. Mais recentemente, a Villa foi palco de uma coleção da Givenchy e se tornou um local para eventos e casamentos.
Suposta pintura perdida de Rembrandt é leiloada por R$ 8 milhões
Fonte: CNN Brasil
Arquitetura
Mercedes-Benz terá bairro residencial de luxo com 12 edifícios em Dubai
A montadora Mercedes-Benz terá seu primeiro bairro residencial de luxo em Dubai, nos Emirados Árabes. O projeto Binghatti City reunirá, assinado em parceria com a incorporadora Binghatti, terá 13 mil apartamentos distribuídos em 12 torres, com design inspirado na identidade visual da marca de automóveis.
O nome Vision Iconic foi escolhido para a torre central, que tem 341 metros de altura e define o skyline em efeito cascata. O empreendimento aposta em acabamentos cromados, tons de preto e prata. Os interiores combinam a sofisticação minimalista e materiais nobres como madeira e couro.
Com uma extensão de mais de 930 mil m², o bairro de luxo fica situado na região de Meydan e está em fase de construção. O Binghatti City é projetado para ser concluído em fases, com previsão de entrega total até 2029.
O complexo contará ainda com áreas culturais, instalações esportivas e centros comerciais, permitindo uma vida autossuficiente aos moradores.


Arquitetura
Por dentro de rancho de luxo de R$ 63 milhões em Montana
Uma mansão em estilo rancho em Montana, nos Estados Unidos, surpreende pelos interiores espaçosos. Vendida recentemente por 12 milhões de dólares (R$ 63 milhões, em valores convertidos na cotação atual), a casa está situada em um terreno de 52,4 hectares às margens do rio Rock Creek, um riacho de trutas, ideal para pesca.
Arquitetura
Casa MD / Oficina de Projetos Oba (OPO)

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto para a casa MD se desenvolve em torno de um importante átrio que conecta visualmente todos os ambientes da residência. A integração e intersecção de usos proporcionada pelo vazio, desde as primeiras conversas com os clientes, deveria refletir a dinâmica familiar priorizando os espaços de convívio.

Fonte: Archdaily
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