Arquitetura
VIPE 201 / Vipe Arquitetura

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- Área:
610 m²
Ano:
2024

Descrição enviada pela equipe de projeto. Inserida em uma das principais avenidas de Manaus, a VIPE 201 surge como uma aposta interna do escritório Vipe Arquitetura, que busca atribuir à cidade uma edificação de linguagem inovadora e um olhar cuidadoso em relação ao conforto térmico. A obra tem como intenção projetual estabelecer uma relação equilibrada da construção com o tempo, ao admitir a pátina e fugir do controle estético. Trabalha com materiais que se adaptam às circunstâncias, onde, de forma pragmática, essa imprevisibilidade torna-se elemento inerente ao objeto e, consequentemente, reduz a periodicidade das manutenções.


A construção é constituída por peças pré-fabricadas de concreto, painéis de aço corten e a vegetação protagonista que se apoia verticalmente em suas fachadas, garantindo uma arquitetura elegante e a rápida execução do projeto. O prédio está estruturado em apenas seis pilares e três lajes planas protendidas. A maior fachada voltada para o oeste exige a proteção dada pelos grandes brises pré-fabricados, que sombreiam a luz solar e viabilizam o uso dos planos de vidro recuados. Esses planos delimitam os espaços internos, mas sua transparência articula a constante permeabilidade visual entre o dentro e o fora, o edifício e a cidade. As duas aberturas nas extremidades da laje permitem o alcance do sol às vegetações nas floreiras e brises, enquanto os domos proporcionam ventilação para os banheiros e as placas solares melhoram a eficiência energética do edifício. O programa de uso comercial possui recepção, hall de espera, café, salas comerciais e lavabos no térreo, com pé-direito duplo, além de um banheiro e depósito externos.




No primeiro pavimento, há mais nove salas comerciais, salas de espera e lavabos. O escritório, localizado no segundo pavimento, contém recepção, sala de estar, estação de trabalho, sala de reunião, copa, lavabos, banheiro, depósito e espaço de relaxamento externo. Na VIPE 201, é possível alcançar múltiplos programas, plantas e layouts devido à planta livre. Por fim, dando ainda mais vida à paisagem urbana, o verde das tumbérgias, guaimbês, singônios, jabuticabeiras, dinheiro-em-penca e alamandas amarelas se fazem presentes e se comunicam com as árvores existentes no entorno.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa GC / Estúdio Naia

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- Área:
706 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Alwitra, Lumini, ZM Pedras Brasil, Zildemar Marmoraria

Descrição enviada pela equipe de projeto. Casa CG se integra à natureza e abraça a árvore central do terreno. Residência no interior paulista aposta em blocos funcionais, integração social e estética inspirada no modernismo contemporâneo brasileiro. Localizada em um terreno de esquina com 5.051m², repleto de árvores e marcado por um aclive que se abre para a vista de um vale, a Casa GC foi concebida como um refúgio de fim de semana para receber amigos e familiares. Projetada pelo Estúdio Naia, a residência teve como premissa preservar a vegetação existente, em especial uma grande árvore no centro do lote, que acabou se tornando protagonista do projeto.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Cabana Vermelha / Wiki World + Advanced Architecture Lab

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Descrição enviada pela equipe de projeto. A Cabana Vermelha é um projeto experimental do “Merryda Wiki World • Secret Camp”, localizado dentro de uma floresta de metasequoia habitada por aves migratórias, onde mais de uma dúzia de casas na árvore estão discretamente aninhadas. A cliente é uma senhora que também é dançarina e espera que o Wiki World possa personalizar uma cabana de férias na floresta. Este projeto também faz parte da iniciativa “Escola de Construção Wiki”, co-construindo com a natureza, representando mais uma tentativa da nossa equipe de explorar a diversidade dos espaços de vida.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Pavilhão Kulhad / Wallmakers | ArchDaily Brasil

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- Área:
1025 ft²
Ano:
2025

‘Kulhads’ ou ‘canecos de barro’ (canecos de terracota) costumavam ser uma visão familiar nas estações de trem, usados para beber chá quente ou lassi (leite coalhado), e eventualmente jogados nas praias e trilhos de trem na Índia.

Fonte: Archdaily
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