Arquitetura
Casa Ga.o / 85 Design

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- Área:
172 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Enic, Hafele, LG, TOSHIBA

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em uma região tropical com abundante luz solar e chuvas frequentes, a Casa Ga.o é um projeto híbrido que combina funções residenciais e de escritório em uma única estrutura. Mais do que atender às necessidades básicas de uso, a equipe de projeto estabeleceu metas mais ambiciosas: priorizar o uso de materiais naturais e reciclados, otimizar a eficiência energética, aproveitar recursos renováveis (sol, vento e água) e minimizar as emissões de carbono ao longo de todo o ciclo de vida da edificação. O projeto expressa o esforço em alinhar-se ao crescente compromisso do Vietnã com o desenvolvimento urbano sustentável.






Soluções de Projeto – Para concretizar esses objetivos, o projeto adota uma estrutura metálica pré-fabricada — uma solução flexível e de baixo desperdício, que facilita tanto a construção quanto a futura reciclagem. A organização funcional é propositalmente adaptável, permitindo que os espaços evoluam conforme as necessidades mudam. A área construída é reduzida ao essencial para ampliar as áreas abertas, favorecendo a ventilação cruzada e a entrada de luz natural, o que reduz significativamente a demanda energética da edificação. Um sistema de energia solar instalado no telhado gera aproximadamente 11.000 kWh por ano, com gestão inteligente para garantir o consumo eficiente. A água da chuva e a água para irrigação são coletadas e reutilizadas, minimizando o desperdício de recursos.





Organização Espacial – A Casa Ga.o possui dois pavimentos e um sótão. No térreo, encontram-se o escritório e um pequeno bar destinado à alimentação e às bebidas dos colaboradores. Um jardim frontal combina vegetação, água e pisos em diferentes níveis para criar visuais em camadas, convidando os usuários a interagir com a paisagem. Árvores de grande porte são estrategicamente plantadas para permitir a entrada de luz solar e, ao mesmo tempo, preservar a intimidade com a natureza. Grandes pedras, reaproveitadas das escavações de fundação, foram transformadas em degraus e detalhes internos, enriquecendo a experiência tátil e material dos ambientes.


No primeiro andar, há um escritório privado que pode se transformar facilmente em quarto, graças a uma cama dobrável embutida atrás da mesa de trabalho. Um amplo pé-direito duplo favorece a circulação natural do ar e a entrada da luz até os ambientes mais internos. A espaçosa varanda frontal inclui uma queda d’água e um grande aquário de vidro, cuja circulação de água entre o espelho d’água do jardim e o recurso instalado no telhado ajuda a regular o microclima e introduz uma sonoridade suave e contínua ao edifício.


O sótão abriga um pequeno dormitório com vista panorâmica de 180 graus para os arredores. Uma parede verde contínua percorre a casa desde o térreo até o telhado, ampliando a vegetação vertical e melhorando a qualidade do ar interior. Parte da cobertura é móvel, permitindo ventilação natural e entrada de luz de forma ajustável conforme o clima. A porção maior do telhado abriga os painéis solares, os sistemas de ar-condicionado e os reservatórios de água, reforçando os objetivos sustentáveis do projeto.

Resultados – Por meio dessas estratégias integradas, a Casa Ga.o alcança uma redução de 60 a 80% no uso de energia fóssil e evita a emissão de mais de 8,5 toneladas de CO₂ por ano. Ao longo de sua vida útil, o projeto deverá compensar mais de 200 toneladas de carbono — o equivalente ao plantio de cerca de 3.500 árvores.

Significância – A Casa Ga.o não é apenas a convivência entre casa e trabalho: é um testemunho vivo de um futuro arquitetônico mais verde. Reflete uma abordagem consciente de projeto, que prioriza o cuidado ambiental e contribui, de forma modesta mas significativa, para o movimento global de emissões líquidas zero.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa 130AUS / Vallribera Noray Arquitectes

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Nem todo mundo precisa de uma casa grande, um jardim imenso ou muitos cômodos que nunca são utilizados. É o caso deste casal, decidido a viver em seu bairro sem se endividar com contas de energia. Seu lote era uma casa em ruínas, estreita e profunda, com apenas 20 palmos de largura — a medida tradicional catalã (aproximadamente quatro metros) que historicamente definiu a largura das casas inglesas e o ritmo das ruas da cidade.


Neste pequeno fragmento de cidade, iniciamos um projeto baseado, desde o primeiro momento, no uso racional de todos os recursos disponíveis — materiais, energéticos e econômicos. Demolimos a antiga residência, recuperando e separando materiais para lhes dar uma segunda vida e reduzir o impacto ambiental decorrente da geração de resíduos.


A nova casa está organizada em dois andares. No térreo, um único espaço de cozinha–sala–jantar se abre para o pátio, enquanto o local que normalmente abrigaria um carro é destinado a um hall de entrada com estacionamento para bicicletas, lavanderia e depósito. No centro da casa, um banheiro e uma escada completamente aberta favorecem a entrada de luz natural e a conexão visual entre todos os ambientes. No primeiro andar, estão localizados o dormitório, um escritório e um banheiro aberto para a escada; não é necessário mais nada.

A estrutura responde diretamente à distribuição da casa. Todo o primeiro andar é concebido como uma caixa fechada de madeira laminada cruzada (CLT), apoiada nas paredes existentes. As duas coberturas do térreo são resolvidas com vigas e tábuas, também de madeira, apoiadas entre a caixa de madeira e as fachadas do térreo. A fachada voltada para a rua é restaurada, recuperando a fisionomia original da residência.


Dispensamos forros e revestimentos desnecessários e apostamos no uso de materiais naturais e sustentáveis. A estrutura, as janelas, as persianas, o mobiliário e as portas são de madeira. O isolamento é de fibra de madeira, e as fachadas são revestidas com painéis de cortiça. No interior, o andar superior desfruta da acolhedora madeira aparente. No térreo, o piso de azulejo cerâmico de El Bruc e a parede de tijolos do Segrià proporcionam frescor, formando uma seleção de materiais que contribui para regular as variações de temperatura e umidade da casa.


A decisão de dispensar sistemas de climatização mecânica baseia-se na otimização máxima da envoltória e na incorporação de estratégias bioclimáticas. No verão, a ventilação cruzada é reforçada pelo efeito chaminé das janelas do telhado, que permite refrescar a casa durante a noite. Durante o dia, as persianas alicantinas protegem do sol, e os ventiladores proporcionam conforto. No pátio, a pérgola e a vegetação geram sombra e reduzem o efeito de ilha de calor. No inverno, por outro lado, aproveita-se cada raio de sol que entra e conserva-se o calor graças a um bom isolamento.

Hoje, este casal vive com o que realmente precisa. Sem máquinas de climatização, sem cômodos inúteis e sem contas que disparam. Em troca, desfrutam de 20 palmos de uma casa que respira, respeita o clima e se adapta a todas as suas necessidades.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
O que significa abelha em casa: sinal de sorte ou alerta?

Ver uma abelha rondando sua casa — seja perto da janela, da porta ou no jardim — pode parecer apenas um detalhe do cotidiano, mas para muitas tradições isso está longe de ser algo aleatório.
No Feng Shui e em diversas culturas, a abelha é associada à abundância, prosperidade e às recompensas do trabalho bem-feito. Por viver em comunidade e produzir o mel a partir do esforço coletivo, ela simboliza cooperação, comunicação e crescimento. Quando aparece perto da entrada da casa, é interpretada como um sinal de boas energias, novas oportunidades e progresso próximo.
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Em outras tradições espirituais, o simbolismo também é positivo. No cristianismo, a abelha representa pureza e doçura divina, sendo associada à Virgem Maria. Já em culturas antigas, como a celta, era vista como mensageira entre mundos, ligada à transformação, à renovação e à evolução pessoal — o que faz de sua visita um possível presságio de mudanças significativas.
Do ponto de vista prático, a presença de abelhas também revela muito sobre o entorno. Elas se aproximam de lugares com flores, água e equilíbrio ambiental, indicando biodiversidade e pouco uso de produtos químicos. Assim, seja no campo simbólico ou ecológico, a visita desse inseto tende a ser um excelente sinal.
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Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Seu pet pode ir à praia ou à piscina? Entenda os cuidados essenciais no verão
“Seja no mar, na piscina, em rios, ou cachoeiras, é importante evitar que o animal ingira qualquer tipo de água que não seja tratada e filtrada, pois isso pode causar distúrbios gastrointestinais, como episódios de vômito e diarreia. Também é importante observar o solo, já que areia quente, pedras, superfícies ásperas, ou muito lisas e escorregadias, podem machucar o pet. Outro ponto importante é avaliar se o local é de fato seguro, sem correntezas fortes, objetos cortantes ou presença de animais peçonhentos”, alerta a médica-veterinária Joyce Aparecida Santos Lima, da Cobasi.
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