Arquitetura
Narciso, a flor que simboliza novos começos | Paisagismo
Na Europa, de onde é originário, marca o início da primavera (março a junho), pois é quando as flores começam a desabrochar. No entanto, ele não indica o fim, já que o narciso possui duas flores, por assim dizer, visto que dentro da flor principal há outro bulbo menor, igualmente bonito, mas em outro tom.
Além de sua beleza, o narciso trombeta simboliza novos começos. A começar pela temporada em que floresce, que é a primavera. Quando começam a florescer, é sinal de que a estação chegou. Da mesma forma, isso indica que ele simboliza um novo começo ou uma espécie de renascimento, graças ao fato de possuir dois tipos de flor em uma só. Então, quando uma morre, a outra se mantém viva por mais um tempo ou, ainda, é possível resgatar uma das duas.
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Seu pet pode ir à praia ou à piscina? Entenda os cuidados essenciais no verão
“Seja no mar, na piscina, em rios, ou cachoeiras, é importante evitar que o animal ingira qualquer tipo de água que não seja tratada e filtrada, pois isso pode causar distúrbios gastrointestinais, como episódios de vômito e diarreia. Também é importante observar o solo, já que areia quente, pedras, superfícies ásperas, ou muito lisas e escorregadias, podem machucar o pet. Outro ponto importante é avaliar se o local é de fato seguro, sem correntezas fortes, objetos cortantes ou presença de animais peçonhentos”, alerta a médica-veterinária Joyce Aparecida Santos Lima, da Cobasi.
Arquitetura
Projeto de revitalização da área central do distrito histórico e cultural de Xinhepu / Atelier cnS

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- Área:
45435 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. O Conjunto Histórico e Cultural de Xinhepu é marcado por camadas históricas profundas e por uma forte memória urbana. Esta iniciativa de requalificação evita deliberadamente demolições e reconstruções em larga escala. Em vez disso, adota uma estratégia de “micro-regeneração e aprimoramento refinado”, com foco na reconexão da malha espacial do conjunto. Orientado pelo princípio de “uma edificação, uma solução sob medida” para a restauração arquitetônica e impulsionado pela melhoria da habitabilidade cotidiana, o projeto recorre a técnicas construtivas cuidadosas e de alta precisão. O objetivo final é criar um conjunto vivo, no qual o caráter histórico e a vida contemporânea coexistam de forma simbiótica.
I. Otimização Espacial Global: construção de um sistema espacial coeso e acessível para o conjunto – Partindo da estrutura espacial em escala macro, o projeto organiza de forma sistemática os fluxos de pedestres ao longo das ruas Dongshan, Xinhepu e Xuguyuan, criando um percurso cultural contínuo. Pontos-chave — como o Memorial do Terceiro Congresso Nacional do Partido Comunista Chinês, o Conjunto Jiandong e a Praça do Canto Noroeste de Xinhepu — são integrados de maneira orgânica a edifícios históricos como Xinyuan e o nº 4 da Rua Guangdongqian, configurando uma experiência de caminhada imersiva. Com foco na “integração funcional e abertura espacial”, o projeto conecta três grandes praças públicas em uma estrutura espacial em forma de fuso, articulando funções históricas e contemporâneas e transformando o conjunto de espaços fragmentados em um todo interligado.


A Rua Guangdongqian é concebida como o eixo cerimonial do conjunto. Por meio do reforço da sequência espacial e da orientação do percurso, integra as relações espaciais entre Xinyuan, o nº 4 da Rua Guangdongqian e a praça de entrada do Edifício Jiandong, formando uma interface de acesso coesa e altamente reconhecível. Um sistema contínuo de circulação de pedestres é implantado em toda a área. A introdução de iluminação, mobiliário de descanso, equipamentos de ginástica e a qualificação das interfaces dos estacionamentos elevam significativamente a qualidade do ambiente caminhável. Os ajustes de topografia seguem uma estratégia leve, incorporando micro-relevos, pavimentação uniforme e soluções integradas de degraus e rampas, garantindo um percurso fluido e agradável.


II. Restauração Arquitetônica no Conjunto Histórico e Cultural: “uma edificação, uma solução” a partir de classificação e coordenação – Diante da diversidade tipológica das edificações, o projeto estabelece um sistema de intervenção orientado pela “coordenação por categorias e reparos conforme as necessidades”.
1. Edificações tombadas: restauração precisa para preservação da autenticidade
Para os edifícios de valor histórico, aplica-se o princípio de “restaurar o antigo como antigo”. Por meio de reforço estrutural, recuperação de fachadas, retomada de técnicas construtivas tradicionais e restauro de elementos de detalhe, preservam-se ao máximo os materiais originais e as marcas do tempo.


2. Edificações comuns: harmonização da linguagem visual
Nos edifícios sem proteção patrimonial específica, mantêm-se os volumes e proporções originais. A unificação de cores, molduras, materiais e proporções de aberturas permite sua integração ao caráter geral do conjunto, evitando interferências visuais abruptas. O princípio de “uma edificação, uma solução” é aplicado de forma rigorosa, com avaliação individual de cada construção e definição de estratégias específicas que conciliam segurança, habitabilidade e respeito à aparência e textura originais. Problemas recorrentes em áreas residenciais antigas — como infiltrações, descascamento de fachadas, drenagem deficiente e falta de áreas para secagem — são solucionados por meios econômicos e de baixa intervenção, melhorando efetivamente a qualidade de vida dos moradores. O sistema da “quinta fachada” (coberturas) integra funções de secagem, abrigo contra a chuva e vegetação, ampliando a coerência visual e a conveniência cotidiana.


3. Conjunto Jiandong: interface entre o antigo e o novo
O Conjunto Jiandong exemplifica a simbiose entre passado e presente. A renovação da fachada do Edifício Jiandong utiliza um sistema de fachada cortina composta por painéis de terracota e alumínio, combinado com pintura vermelha nos espaços internos, adicionando uma camada material contemporânea ao conjunto histórico. Um corredor sombreado se estende a partir do canto sudoeste do edifício, conectando o primeiro e o segundo pavimentos a um ponto de ônibus e a uma área de atividades públicas. Esse elemento oferece abrigo, assentos e continuidade para pedestres, articulando naturalmente o edifício com a praça e formando uma interface urbana contínua. No térreo, o átrio “Lembrar a Origem” é pavimentado com tijolos cerâmicos vermelhos e incorpora elementos aquáticos, criando uma cena central que dialoga visualmente com as ruínas preservadas do antigo Salão Guangdong. A luz natural zenital, o som da água e os vestígios históricos produzem uma atmosfera serena e imersiva. No segundo pavimento, a sala de exposições organiza-se em torno do átrio em um percurso em forma de U, conduzindo naturalmente o olhar e o movimento até a varanda. Esta funciona como área de descanso ao ar livre, reforçando o jogo de cheios e vazios da fachada e complementando os usos externos. Instalações de apoio, como sanitários públicos, também são integradas ao conjunto, utilizando técnicas de alvenaria que dialogam com o contexto histórico.


4. Transformação dos interiores: Centro Comunitário de Xinhepu

III. Projeto e qualificação dos espaços públicos: da integração espacial ao aprimoramento da qualidade – O projeto integra a Praça do Canto Noroeste de Xinhepu, a Praça do Canto Sudoeste e a praça de entrada do Edifício Jiandong em um sistema paisagístico unificado, formando uma rede de espaços públicos interconectados e complementares. A Praça do Canto Noroeste funciona como uma sala de estar urbana aberta. Mantendo a escultura existente, sua estrutura espacial é redefinida por ajustes sutis de relevo e pavimentação contínua. Degraus, rampas, assentos e paisagismo resolvem com elegância as diferenças de nível, melhorando a fluidez dos percursos e a coerência visual. O projeto incorpora ainda soluções de cidade-esponja, como jardins de chuva e pavimentos permeáveis, fortalecendo a resiliência ecológica do local.


A Praça do Canto Sudoeste adota elementos refinados — canteiros curvos para árvores, assentos integrados e pavimentação permeável — criando um ambiente mais acolhedor e interativo. A abertura de suas bordas em direção à área residencial melhora o acesso visual e físico, tornando o espaço mais permeável e convidativo. A praça de entrada do Edifício Jiandong concentra-se na harmonização entre o ponto de ônibus e uma árvore antiga preservada. O canteiro da árvore integra assentos, formando uma área de espera confortável e protegida. Uma cobertura de policarbonato transparente permite a passagem da luz, projetando sombras dinâmicas em conjunto com a figueira centenária, reforçando seu papel como marco simbólico e depositário da memória coletiva. A partir dessa estrutura, o projeto desenvolve um sistema coordenado de mobiliário urbano, com a inserção estratégica de bancos, sinalização e iluminação. Elementos como guarda-corpos, divisórias, corredores e balizadores são projetados para desempenhar múltiplas funções — oferecer descanso, orientar fluxos e definir espaços de forma sutil — resultando em um sistema de espaços públicos flexível, adaptável e de alta qualidade.



IV. Estrutura técnica sistemática: reinterpretação e integração de materiais tradicionais com técnicas contemporâneas – Durante a fase de construção, o projeto priorizou o equilíbrio entre o saber-fazer tradicional e os materiais e métodos contemporâneos.
1. Precisão artesanal e inovação técnica
Para a restauração dos edifícios históricos, foram mobilizados artesãos experientes, responsáveis por técnicas tradicionais como a recuperação de alvenarias aparentes em tijolo vermelho, portas e janelas de madeira, molduras decorativas e acabamentos em pedra lavada. Esses métodos foram combinados com materiais modernos e sustentáveis de reforço estrutural, como fibras de carbono, aplicadas em estruturas de madeira e alvenaria. Paralelamente, o projeto inova ao empregar soluções contemporâneas, como alvenaria perfurada e revestimentos em terracota. Destaca-se o desenvolvimento de um sistema inédito de painéis de terracota perfurada fixados a seco, associado a acabamentos em granilite, configurando uma releitura atual de materiais tradicionais e oferecendo um modelo técnico e conceitual replicável para a requalificação de áreas históricas.


2. Qualificação integrada das infraestruturas
Enterramento das redes aéreas: As fiações antes expostas na fachada do Edifício Jiandong foram sistematicamente redirecionadas para um novo corredor técnico subterrâneo implantado ao lado do edifício, alcançando ocultação visual e maior ordenação urbana.
Relocação de estruturas fixadas em fachada: A estrutura metálica instalada na fachada norte dos edifícios nº 702–680 da Rua Donghua East foi desmontada e reinstalada ao nível do solo, atrás do muro paisagístico da praça leste. Essa intervenção eliminou completamente a poluição visual da fachada e suprimiu riscos de segurança associados.



Consolidação e ocultação de serviços: Para resolver a desordem visual das fachadas, realizou-se a reorganização sistemática das instalações externas, com a integração das condensadoras de ar-condicionado, remoção de painéis de alumínio salientes e ocultação de tubulações, eletrodutos e intradorsos de escadas em invólucros unificados.
Integração de postes inteligentes multifuncionais: Elementos urbanos antes dispersos — iluminação pública, câmeras de vigilância, sinalização e painéis inteligentes de tráfego — foram reunidos em postes inteligentes unificados, simplificando a paisagem urbana e conferindo identidade visual coesa ao conjunto.

Arquitetura
Casa Långholmen / Mer Architects

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O arquipélago costeiro finlandês é composto por mais de 80.000 ilhas. Elas começaram a emergir do mar após a Era do Gelo, há aproximadamente 10.000 anos. Seus penhascos, em sua maioria formados por granito e gnaisse, foram polidos e alisados pela camada de gelo, com quilômetros de espessura, que os pressionava. Os primeiros habitantes do arquipélago estabeleceram-se há cerca de 4.000 anos, e as ilhas maiores permanecem habitadas ao longo de todo o ano.


A encantadora ilha de Långholmen impressiona por suas margens altas e suaves, pela natureza selvagem marcada por pinheiros retorcidos e pela abundância de musgos e líquenes variados. Este refúgio familiar está cuidadosamente implantado entre as formações rochosas e os pinheiros centenários que o envolvem.

O visitante chega do mar aberto a uma enseada escondida, onde um grande cais de madeira conforma a principal área de estar ao ar livre. A partir do cais, um caminho elevado em madeira conduz o percurso entre uma pequena floresta de pinheiros. A cabana surge entre os pinheiros altos; o visitante sobe até o terraço e é conduzido por uma passarela de madeira ao longo da parte posterior da casa, até alcançar o centro do volume, onde se abre a vista, através de um terraço coberto, em direção ao mar.

A cabana é composta por dois volumes sob um único telhado dobrado. O primeiro abriga a sauna, o chuveiro e o vestiário, enquanto o segundo constitui um espaço único destinado a viver e dormir. Entre os dois volumes, uma sala de estar externa coberta torna-se o coração da casa. A parede voltada para a sauna é construída em tijolos claros, atravessada diagonalmente por uma lareira aberta. Essa abertura entre os volumes emoldura um fragmento da natureza característica desta parte do arquipélago.


Todo o exterior em madeira é executado em lariço não tratado. As fachadas em tábuas de madeira sem tratamento estão presentes nas cabanas dos pescadores locais. À beira-mar, persianas deslizantes de madeira protegem as aves contra colisões com as janelas, evitam o superaquecimento dos espaços e garantem privacidade. O telhado é revestido com chapas metálicas em tom cinza-claro, que refletem o excesso de calor no verão.

Os espaços internos são revestidos em madeira, e parte dos pisos é composta por azulejos de cimento oleados. O volume principal foi projetado com grande cuidado para acomodar um beliche sob medida com camas de casal retráteis, além de uma pequena cozinha, área de jantar e uma lareira. A casa conta com um banheiro seco e ventilação natural, com persianas de ventilação feitas sob medida localizadas próximas às camas.


A fachada posterior oculta uma cozinha externa, e a área de jantar ao ar livre é rebaixada para não interferir na vista a partir do interior. A sauna é um elemento indispensável nas cabanas finlandesas. Nesta cabana, ela foi posicionada de modo a receber um brilho dourado no interior durante o sol da tarde, além de estar localizada à menor distância possível para um mergulho no mar.

Fonte: Archdaily
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