Arquitetura
Centro de Pesquisa em Arquitetura e Cultura de Terra (Xi’an) / OnEarthStudio

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- Área:
465 m²
Ano:
2024

Descrição enviada pela equipe de projeto. O edifício original apresenta uma estrutura metálica com uma planta retangular, alongada de norte a sul e mais curta de leste a oeste. É composto por dois volumes imediatamente adjacentes de alturas diferentes: O volume sul, mais baixo, possui um único andar, formando um grande espaço indivisível, enquanto o volume norte, mais alto, abrange dois andares, incorporando um espaço de pé-direito duplo de 9 metros em sua junção com o volume inferior.


A organização espacial interna é guiada por requisitos funcionais, dividida em três zonas: exposição, experimentação e escritório. Estas são agrupadas em duas áreas com base na acessibilidade pública: o espaço de exposição, ocupando todo o volume sul no térreo, foi projetado para estar regularmente aberto ao público, atuando como uma extensão deliberada do espaço público do bairro. Os espaços de experimentação e escritório, relativamente privados, estão distribuídos pelos níveis térreo e superior do volume norte. O espaço de pé-direito duplo, servindo como uma fronteira compartilhada entre essas duas áreas, emerge naturalmente como um núcleo espacial central no projeto.



Dentro desse espaço de pé-direito duplo, introduzimos dois novos volumes no nível superior: um é uma sala de reuniões e um corredor aberto voltado para o vazio; o outro é um pequeno escritório posicionado na borda norte do espaço de pé-direito duplo, separando a zona pública da área aberta de escritórios. A sala de reuniões e o corredor atuam como extensões da zona privada, parecendo flutuar na área pública. Este desenho não apenas desfoca as fronteiras entre o público e o privado, mas também enriquece a experiência espacial dessa interface.


Em última análise, todas as experiências espaciais dependem da realidade tangível dos materiais, exigindo que o projeto enfrente questões práticas específicas. Com um orçamento muito limitado, os materiais escolhidos foram todos itens “comuns” prontamente disponíveis no mercado de materiais de construção: aço estrutural, tijolo vermelho, compensado e ripas de madeira. Além disso, antecipando a qualidade de construção imprevisível, fomos altamente vigilantes desde o início sobre quaisquer detalhes ou técnicas que não pudessem garantir um acabamento básico. Isso exigiu que os detalhes construtivos fossem os mais simples e diretos possível, recorrendo a métodos convencionais.


Dentro dessas estratégias de baixa tecnologia, nascidas de restrições práticas, reside o desejo habitual do arquiteto de abraçar novos desafios. Por exemplo, a laje adicionada na sala de reuniões: escolhemos construí-la usando uma abóbada de tijolo com nervuras de aço estrutural (abóbada catalã). Dez vigas de aço em forma de “H” (120x85mm), espaçadas a 630mm, formaram o esqueleto, com tijolos vermelhos colocados em abóbadas entre elas, cobertos com um preenchimento de concreto. AA história da abóbada de tijolo é antiga, com uma longa tradição no noroeste da China de construir habitações escavadas com abóbadas de tijolos de terra, conhecidas como gu yao (箍窑). Toda a nova laje é sustentada por uma grande viga em ‘H’ e um pilar de aço maciço com 14 cm de diâmetro.

Omitimos decisivamente quaisquer elementos considerados não essenciais. Essa contenção permitiu que o projeto se concentrasse mais intensamente em expressar honestamente os materiais e a construção. Embora possa parecer desajeitado e trabalhoso, foi um equilíbrio natural entre lógica e intuição. Os materiais se expressam, e quando o “trabalho manual” é feito de maneira apropriada, um poder bruto e uma poesia emergem. Como observou o arquiteto Liu Jiakun, “a arquitetura é sobre manipular a matéria até que dela emerja o espírito”.


Fonte: Archdaily
Arquitetura
Sabrina Sato escolhe mansão carioca para festejar 45 anos; curiosidades e fotos do imóvel histórico
A apresentadora, que completa 45 anos no dia 4 de fevereiro, marcou a data da festa para o dia 8 de fevereiro na Mansão Alvite, construída na década de 1940. O imóvel é conhecido pela localização estratégica, com vista para famosos pontos turísticos como o Pão de Açúcar, a Baía de Copacabana e o Cristo Redentor.
Arquitetura
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Casa RDS / Luiz Paulo Andrade Arquitetos

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Da diplomacia à vida familiar contemporânea. Reinventando um projeto de Vanguarda, a Casa RDS passou por uma notável transformação, unindo história e modernidade em um projeto de reforma inovador. A residência foi originalmente projetada nos anos 1960, pelo arquiteto carioca Américo R. Campello, para ser a morada do Cônsul Britânico em São Paulo, e posteriormente adaptada a fim de ser o Consolado da Inglaterra na década de 1980. Atualmente, ressurge como um lar sofisticado para uma família do século XXI. O projeto de Campello, cuja estrutura foi considerada inovadora para a época, foi descaracterizado por conta de alterações ao longo dos anos. Nosso objetivo de projeto passou a ser reforçar a volumetria original, através da recuperação dos amplos e belos balanços, além de ampliar os espaços internos.

Fonte: Archdaily
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