Arquitetura
Centro Pompidou adquire 70 obras dos irmãos Campana | Design
Entre os mobiliários obtidos, estão as cadeiras Samambaia (1989), Cone (1997), Jacaré (2002) e Paraíba (2006), que ajudam a contar sobre a evolução do estúdio em termos de técnicas, materiais e abordagens conceituais. Outros elementos relevantes contemplam os cenários criados para a montagem de Pedro e o Lobo no Guggenheim Museum, em 2008, assim como esculturas feitas por Fernando Campana no mesmo ano, com peças automotivas reaproveitadas.
Parte do processo criativo de Fernando e Humberto Campana, 22 cadernos originais de esboços também passam a integrar o acervo do museu, que está fechado para reformas e deve ser reaberto em 2030. As anotações feitas pelos irmãos paulistas incluem informações sobre a coleção Desconfortáveis (1989) e os primeiros estudos para a Cadeira Vermelha (1993).
Figura importante no diálogo, a curadora Marie-Ange Brayer afirma que os Campana contribuíram para a transformação da linguagem do design contemporâneo por meio da reutilização e da abordagem animista dos objetos. “Eles valorizaram o gesto e afirmaram uma dimensão artesanal, transformada por materiais industriais. Através da reciclagem e do reaproveitamento, celebraram as culturas urbanas do Brasil enquanto se engajavam com as dinâmicas sociais do país — com a engenhosidade e as expressões materiais e formais espontâneas do vernáculo urbano, especialmente em São Paulo, que observavam no cotidiano”, diz a chefe do departamento de design do Musée National d’Art Moderne Centre Pompidou.
Fundado em 2009, o Instituto Campana é uma associação civil sem fins lucrativos que tem como missão promover a cultura e divulgar as artes brasileiras, Nas palavras de Fernando, o projeto foi descrito como criado com uma forma de “espalhar o universo dos irmãos – olhar e linguagem – por meio da disseminação das criações e da promoção de atividades culturais e educacionais”.
Arquitetura
Esta vila de apenas 400 habitantes já foi o grande paraíso dos artistas espanhóis
Delgado, hoje considerado um dos maiores representantes do expressionismo espanhol, deixaria registrado o nome de todos os que viveram neste refúgio de artistas, com anotações como “Enrique Azcoaga, caminhante solitário e poeta autor de vários poemas sobre o povoado”; ou “Frank Mendoza, escritor surpreendente e inesperado”, para concluir que “Todos pintaram aqui, escreveram, passearam, encontraram-se e espalharam seu entusiasmo. Foi um momento surpreendente, dificilmente repetível, que deixou em nossas almas melancolia e saudade de um tempo tão próximo e já distante.”
Arquitetura
Nova Prefeitura de Scharrachbergheim / AL PEPE architects

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- Área:
300 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Artemide, Briqueterie Lanter, FARO Barcelona, Fils, Hoppe, Modelec, Auson

Descrição enviada pela equipe de projeto. A nova prefeitura de Scharrachbergheim, uma pequena vila da Alsácia, busca horizontalidade e transparência para se integrar ao magnífico entorno arborizado. A malha estrutural externa em madeira afirma o caráter público do edifício e garante uma estética atemporal. O tom escuro e aveludado do piche de pinho que protege a madeira, junto às proporções refinadas dos pilares, dialogam tanto com o enxaimel tradicional da vila quanto com as árvores do sítio. O revestimento em malha expandida de aço corten confere à fachada uma aparência quase têxtil e remete às tonalidades da pedra local (arenito dos Vosges), muito presente no núcleo histórico. O conjunto é contemporâneo e, ao mesmo tempo, enraizado; rigoroso, mas delicado — como se sempre tivesse feito parte do lugar.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Cobertura no 80º andar de edifício tem vista para quatro estados nos EUA; fotos
Situada no 80º andar do edifício Mandarin Oriental, em Nova York, a cobertura do imóvel luxo chama a atenção pelas vistas do horizonte. Localizado em um ponto estratégico, o imóvel proporciona que sejam observados quatro estados norte-americano: Manhattan, Connecticut, Nova Jersey e Pensilvânia.
Ocupando um andar inteiro com amplos espaços de convivência e entretenimento, o apartamento tem cinco quartos e oito banheiros. Com 743 m² no total, o imóvel conta com uma sala de estar de 140 m². Janelas do chão ao teto circundam o espaço em formato de losango.
O apartamento conta um escritório e uma sala de jantar, ambos com vista para todo o Central Park, e a cozinha de 14 metros de comprimento, configurada em torno de uma ilha. Sala de café da manhã, lavanderia, copa com duas adegas climatizadas e sala de lareira estão entre os ambientes.

A suíte principal ocupa toda a lateral sul do apartamento e conta com um quarto de 8,8 metros de comprimento, dois closets e banheiros, copa e sala de segurança.

Os outros quatro quartos — para familiares e hóspedes — ficam na ala oeste do imóvel, cada um com banheiro privativo. Uma sala multimídia — para assistir a filmes e TV — também pode ser convertida em um quarto.

Os moradores dispõem de regalias dignas de hotel, como serviço de quarto, tratamentos de spa, estacionamento com manobrista e uma piscina coberta de 23 metros.









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