Arquitetura
Exposição Cinco ensaios sobre o MASP – Renoir / Juliana Godoy

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Há décadas, as equipes do MASP, em especial a equipe de museologia, dedica-se ao desenvolvimento de um sistema próprio para montar e deslocar suas obras — um acervo que excede as paredes do seu museu e circula por todo o mundo. Deste trabalho, surge um sistema único de fixação, que pode ser visto na mostra permanente Acervo em movimento, onde as obras são expostas nos cavaletes de cristal concebidos por Lina Bo Bardi em 1968.

Nesses elementos expositivos, a transparência do vidro revela o modo como o quadro se sustenta. Cada obra é emoldurada numa estrutura mista, composta por um requadro de madeira que abraça seu perímetro, e que, em sua face posterior, recebe uma placa de polietileno translúcido e uma barra de inox com dois furos — onde se acopla um sofisticado sistema de parafusos e porcas desenhado especialmente para essa peça, que pode ser usado tanto nos cavaletes de cristal, como em painéis e paredes.


Para a inauguração do novo edifício do MASP em 2025, Adriano Pedrosa e Regina Teixeira de Barros, nos convidou para desenvolver a expografia da exposição Cinco ensaios sobre o MASP – Renoir, que apresenta 13 obras do artista que fazem parte do acervo do museu, portanto, integradas a este sistema de fixação. O desejo curatorial era por um elemento individual para cada pintura — e foi nesse diálogo com o passado que começamos a desenhar a estrutura mole.
Rafael Salim
Sabíamos que a comparação com os cavaletes de cristal seria inevitável. Afinal, também desenharíamos suportes individuais para um museu onde Lina cravou uma das mais icônicas soluções expográficas do mundo. Além disso, lidaríamos com os modos de fixação desenvolvidos pelo escritório Metro em 2015, quando Pedrosa retornou os cavaletes para a sala da qual eles nunca deveriam ter saído. Sabíamos, então, que o nosso gesto deveria incorporar o legado, lidar com a beleza de uma obra que enfrenta o espectador de um lado, enquanto carrega em seu verso a legenda e o sistema que a sustenta.

Assim, não são apenas os cavaletes que se tornam uma referência para nós, mas o próprio sistema de fixação do museu, que Lina revela belamente em seu projeto e está presente em todas as obras do acervo. A estrutura mole nasce daí: um objeto autoportante, inteiramente construído em aço inox escovado, com duas chapas sobrepostas e recortadas em curva. No qual, as obras, a depender das diferentes dimensões, revelam discretamente o verso de suas molduras, criando um elo com a prática do museu.


Para além das estruturas em si, a forma de implantar a expografia era fundamental para nós. Logo na entrada, uma grande cortina separa a circulação do edifício da área expositiva: é preciso atravessá-la por completo para revelar o que está no seu interior. No centro da sala, a única escultura da mostra se posiciona sobre uma base de aço inox, tornando-se o eixo em torno do qual tudo se organiza. Dois grandes bancos definem a configuração espacial da sala, convidando o público a sentar, permanecer e observar cada obra com calma. Desenvolvidos com a mesma espuma presente nos pés das estruturas, os bancos permitem ao visitante tocar o material e, pela repetição, compreender a materialidade que compõe toda a expografia.

Se Lina, em seus cavaletes, escolheu, concreto e vidro, para expressar a verdade material: um ponto fundamental numa época marcada pelos resquícios do modernismo. Hoje, em 2025, não sabemos denominar exatamente que momento vivemos, mas lidamos inegavelmente com a era da pós-verdade, onde nada é bem o que parece ser e cada qual cria sua própria narrativa a respeito do que quer que seja. Nessa era em que lógicas e sentidos se invertem, um pé que para alguns parece ser uma estrutura de concreto azul, na verdade, é de espuma. Por mais sólido que seja, o aço traz um reflexo que desmancha as cores de seu entorno em si. Nesse jogo de percepção, a estrutura mole se mantém em pé e propõe uma retórica silenciosa sobre forma e material, reverenciando o passado do museu e de suas obras, enquanto ressalta inquietações do nosso tempo.

Fonte: Archdaily
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Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18

A imperatriz austríaca Maria Theresa (1717-1780), uma das monarcas mais amadas e com o reinado mais longo da Europa, foi homenageada com um navio de cruzeiro de luxo. Com decoração inspirada no século 18, a embarcação foi nomeada como “Melhor Novo Navio Fluvial” pelos editores do Cruise Critic em sua temporada inaugural. Os preços para viagens de uma semana variam de 2.080 a 13.849 euros (R$ 13 mil a R$ 86 mil, em valores convertidos na cotação atual), variando de acordo com o tipo de acomodação.
O SS Maria Theresa, com trajeto pelos rios Danúbio e Meno, tem a configuração de suas acomodações alterada a cada ano. A capacidade é de 150 hóspedes e 55 tripulantes. Para 2026, a embarcação conta com uma Grand Suite, 10 suítes e 64 cabines, todas com camas Savoir da Inglaterra feitas sob encomenda, lençóis de cetim de algodão personalizados e edredons europeus. Além disso, os viajantes contam com um menu de opções de travesseiros e banheiros revestidos de mármore.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
A Grand Suite tem 38 m², conta com quarto, sala de estar espaçosa separada, banheiro com chuveiro de efeito chuva e banheira, além de área privativa para vaso sanitário e bidê. Entre as comodidades, há o serviço de mordomo, café da manhã no quarto, frigobar completo, além engraxate e serviço de lavanderia gratuito.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
As suítes convencionais tem 28,3m², vista para o rio e varanda privativa com janelas do chão ao teto. Banheiro em mármore, aquecedor de toalhas, serviço de mordomo na suíte, café da manhã no quarto, engraxate e serviço de lavanderia gratuito estão entre as comodidades. Já as cabines clássicas têm 15 m² e janelas localizadas na linha d’água.
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
Por dentro de navio de cruzeiro com decoração inspirada no século 18
Uniworld/Divulgação
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Uniworld/Divulgação
Fonte: Casa Vogue
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