Arquitetura
Habitação de Interesse Social – DE PEUS A TERRA i el cap pels núvols / Miel Arquitectos + MARMOLBRAVO + MADhel

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- Área:
8 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Cerámicas Ferrés, Hörmann ET500, Panasonic, Sistema Sate Prosystem de Baumit, Technal Soleal 55 / GY65
Descrição enviada pela equipe de projeto. Este edifício de 50 habitações sociais, localizado no bairro de Bon Pastor, em Barcelona, combina sensatez e ímpeto ao exaltar o valor do coletivo sem perder de vista o cuidado com o espaço doméstico. O projeto integra o processo de transformação das antigas “casas baratas de Bon Pastor”, um distrito habitacional criado para acolher os trabalhadores que chegaram à cidade durante a Exposição Internacional de 1929. Originalmente composto por 784 residências térreas com pátio interno, o bairro vem sendo gradualmente substituído, desde 2002, por um novo tecido urbano de edifícios multifamiliares — o nosso, com térreo mais seis pavimentos, é parte dessa renovação.

Nossa principal preocupação foi restaurar a sociabilidade característica do bairro, tradicionalmente desenvolvida ao longo das calçadas e espaços de vizinhança. O primeiro desafio consistiu em reconciliar a nova escala urbana com a experiência do pedestre, o que nos levou a adotar uma série de estratégias projetuais voltadas à proximidade, à convivência e à continuidade da vida comunitária.

Escalonamos dois andares em direção ao parque localizado ao sul, criando uma transição mais suave e uma frente mais acolhedora diante da área infantil. Como as fachadas principais, leste e oeste, recebem níveis semelhantes de insolação, adotamos plantas reversíveis: as salas de estar de alguns apartamentos voltam-se para o leste, enquanto as dos vizinhos se abrem para o oeste. Essa alternância reduz o número de varandas sobrepostas e confere ao edifício uma aparência mais leve e dinâmica.



A solidez e a amplitude do térreo em tijolo, em contraste com a leveza do volume que o coroa, atenuam a percepção do conjunto e equilibram sua presença na paisagem. Esse pavimento dialoga com o entorno por meio de rampas e escadas que reproduzem o mesmo acabamento das calçadas, convidando à permanência e ao percurso. Floreiras abertas estendem a vegetação preexistente, promovendo a fusão entre arquitetura e paisagem e reforçando o caráter orgânico do edifício no bairro.

Em seguida, ampliamos os espaços coletivos, distribuindo rampas e escadas por todo o edifício até alcançar grandes portais que permitem a visão de uma rua à outra, trazendo luz e segurança ao interior — e transparência ao exterior. No interior, esses portais se estendem verticalmente, formando espaços de tripla altura que acompanham os moradores até o patamar de suas habitações. Cores vibrantes reforçam a vitalidade do conjunto e estimulam o convívio, enquanto os tetos verdes e os bancos de madeira em cada andar convidam à pausa, ao diálogo e à convivência cotidiana.

No interior doméstico, as habitações reversíveis possuem aberturas e varandas em ambas as fachadas, favorecendo a iluminação natural e a ventilação cruzada. As amplas varandas, com vãos superiores a cinco metros, prolongam as salas para o exterior, dissolvendo o limite entre casa e pátio e oferecendo a cada moradia um espaço para sonhar. O núcleo do banheiro permanece isolado no centro da planta, graças a um espaço coringa em uma de suas extremidades, que pode funcionar como closet, despensa, área de armazenamento, segundo banheiro ou simples passagem. Esse dispositivo promove a flexibilidade de uso, estimulando a transformação, a troca de funções e até de modos de habitar.


A disposição alternada das varandas cria oportunidades de convivência transversal entre diferentes andares e escadas — uma verdadeira rua em altura. O edifício adota os mesmos materiais que deram origem ao bairro, preservando sua atmosfera singular: muros de tijolo vermelho com variados padrões, fachadas que revelam a beleza da imperfeição manual, elementos cerâmicos, azulejos vitrificados da Bisbal e pisos de granito contínuos entre interior e exterior. Todos esses elementos são reinterpretados e aprimorados para atender às exigências do contexto atual de emergência climática, resultando em um edifício de baixíssimo consumo energético e alto desempenho ambiental.

Arquitetura
Casa 720° / Fernanda Canales

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto tem origem em um pátio central e nas formas pelas quais os mundos interior e exterior podem interagir entre si. Concebida como um relógio solar que registra a passagem do tempo, essa casa autônoma é muitas casas em uma só: durante o dia, emoldura uma montanha e um vulcão, abrindo-se para vistas variadas ao longo do perímetro externo do círculo; à noite, volta-se para o interior, organizando-se em torno de um pátio circular.

Arquitetura
Como aproveitar a energia da era de Peixes em 2026
2026 será um ano em que muitas pessoas sentirão uma maior necessidade de refúgio, silêncio, introspecção e calma. Não é um ciclo que impulsione a ação frenética, mas um que convida a escutar, a perceber e a se deixar envolver por todas as coisas que não podem ser explicadas, aceitar sua presença e como nos afetam. Nosso lar deve se tornar um lugar onde a energia pisciana possa se expressar com harmonia na era de Peixes; assim, evitaremos ciclos de confusão e desconforto, inclusive mau humor.
Peixes não se dá bem com o artificial em excesso. A energia de Peixes busca autenticidade, suavidade e conexão com a natureza. No design de interiores de 2026, para aproveitar essa energia, opte por materiais que transmitam vida: madeiras com veios visíveis, tecidos naturais, cerâmicas imperfeitas, pedras que conservam sua textura. Esses materiais não apenas trazem aconchego visual, como conectam com o exterior de forma natural.
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Centro de Visitantes Volcano-In / PLAT ASIA

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- Área:
3532 m²
Ano:
2025
Fabricantes: LifeSmart

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto está implantado no interior de um vulcão extinto em forma de “C”, que entrou em erupção há aproximadamente 150.000 anos, durante o Período Pleistoceno da Época Quaternária. Trata-se de um dos 108 vulcões da Área de Estepes e Vulcões de Baiyinkulun. A região é rica em recursos naturais e apresenta uma paisagem selvagem composta por montanhas, vulcões, zonas úmidas, florestas, campos, lagos, estepes, terras arenosas e campos de neve, que, em conjunto, favorecem uma biodiversidade abundante e contextos culturais diversos.

Fonte: Archdaily
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