Arquitetura
Perguntas e respostas sobre os riscos das 'misturinhas' de produtos de limpeza

Especialistas indicam o uso de produtos industrializados para evitar queimaduras na pele e intoxicação silenciosa A busca por uma limpeza mais eficiente leva muitas pessoas a misturar produtos químicos, sem saber que essa prática pode causar intoxicações, queimaduras e ser fatal. As famosas “misturinhas caseiras” envolvendo diferentes produtos, nem sempre destinados à limpeza, podem colocar a saúde em risco.
Casa Vogue conversou com Priscilla Castro, especialista de limpeza da Ecoville Rio de Janeiro, e João Pedro Fidelis Lucio, responsável técnico da Maria Brasileira, rede de limpeza residencial e empresarial. Eles alertam para e importância de fugir das “soluções milagrosas” compartilhadas na internet.
Quais os riscos das ‘misturinhas’?
As misturas liberam gases tóxicos, podem causar queimaduras, reações alérgicas, intoxicações por inalação ou contato com a pele. Muitas combinações geram reações químicas perigosas mesmo em pequenas quantidades. E para completar, comprometem a eficácia da limpeza.
A liberação gases invisíveis, como cloramina e gás cloro, trazem o risco de provocar dificuldade respiratória, queimaduras nas vias aéreas, edema pulmonar (líquido nos pulmões), queimaduras na pele e intoxicação silenciosa, que causa sintomas de tontura e náusea, que podem aparecer horas depois.
Perguntas e respostas sobre os riscos das ‘misturinhas’ de produtos de limpeza
Cottonbro/Pexels
É sempre melhor optar por produtos industrializados?
Sim. Está é a opinião unânime dos especialistas. Segundo a Associação Brasileira de Toxicologia, 30% dos acidentes domésticos com produtos químicos envolvem misturas perigosas. “Produtos industrializados passam por controle de qualidade e testes de eficácia e segurança. A orientação é sempre seguir as instruções do rótulo. Já as misturas caseiras, além de perigosas à saúde, não garantem a higienização adequada”, afirma João Pedro Fidelis Lucio, responsável técnico da Maria Brasileira.
Cada produtor foi desenvolvido para uma limpeza específica e a pessoa deve seguir rigorosamente as instruções do fabricante contidas no rótulo. “O máximo que se pode fazer é diluir o produto em água. Essa informação o fabricante também fornece, para que ele tenha a ação desejada e não comprometa nem sua saúde e nem as superfícies onde ele será aplicado”, completa o especialista.
Para uma limpeza eficiente e segura, é essencial usar os produtos disponíveis no mercado e seguir rigorosamente as recomendações do fabricante
Getty Images
Existe alguma misturinha permitida e eficaz?
Não. Para ter uma limpeza correta é fundamental produtos destinados para a finalidade que deseja limpar e jamais fazer misturas. “Temos produtos com alta tecnologia em suas fórmulas dispensando a necessidade dessas receitas caseiras”, diz a especialista de limpeza Priscilla Castro.
De acordo com Fidelis Lucio, a única mistura que não coloca a saúde e as superfícies em risco é a diluição do produto em água, mesmo assim é preciso seguir as orientações do fabricante para garantir a sua eficácia. Fora isso, quaisquer outras misturas são expressamente proibidas.
Perguntas e respostas sobre os riscos das ‘misturinhas’ de produtos de limpeza
Karolina Grabowska/Pexels
Água sanitária exige atenção especial?
A água sanitária (hipoclorito de sódio) reage com componentes presentes em detergentes, desengraxantes e até vinagre. Ao misturá-la, podem ser formados gás cloramina (se o detergente contiver amônia), que causa sufocamento e danos pulmonares; gás cloro (se o detergente for ácido), que é extremamente tóxico, mesmo em pequenas quantidades.
Ao misturar água sanitária e vinagre há a liberação do gás cloro, causa queimaduras e asfixia. Ao combinar água sanitária e álcool há a formação do clorofórmio e ácido clorídrico, que causa danos ao fígado e vias respiratórias
Água sanitária e amoníaco liberam cloramina, podendo causar edema pulmonar e até levar ao coma. Já a mistura de bicarbonato e vinagre também é considerada uma “perda de tempo” pelos especialistas porque não tem capacidade de desinfetar.
Perguntas e respostas sobre os riscos das ‘misturinhas’ de produtos de limpeza
Karolina Grabowska/Pexels
Fonte: Casa Vogue
Arquitetura
Centro de Cuidados Paliativos Bagchi Karunashraya / Mindspace

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- Área:
12000 m²
Ano:
2024
Fabricantes: Century, Delianate Facade system, Featherlite Furniture, Hattich, Havells, Hindware, Jaquar, Listo Paints, MYK, Merino, Somany Tile, welspun

Descrição enviada pela equipe de projeto. Bagchi Karunashraya, que significa “Morada da Compaixão”, é uma instalação de cuidados paliativos localizada em Bhubaneswar, Odisha, dedicada a oferecer cuidados gratuitos e de qualidade a pacientes com câncer em estágio terminal. O centro constitui uma resposta compassiva ao cuidado no fim da vida, profundamente enraizada na filosofia: “Onde não há cura, há cuidado.” Trata-se de um lugar onde arquitetura, natureza e dignidade humana convergem para criar um ambiente de acolhimento e cuidado.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Residência RDJ / Jacobsen Arquitetura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em um grande declive, em meio a uma reserva florestal, o projeto da Residência RDJ buscou mimetizar topograficamente o terreno no qual se insere. O objetivo era criar uma casa que, à primeira vista, parecesse térrea, mas que fosse lentamente se desdobrando através do subsolo e de outros pavilhões que compõem o percurso da sua descida.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa no Meco / DNSJ.arq

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- Área:
272 m²
Ano:
2018
Fabricantes: CIFIAL, CIN, Duravit, GRAPHISOFT, Oli, Sanitana, Velux,

Descrição enviada pela equipe de projeto. Situado num terreno praticamente plano e de forma retangular, o lote é orientado no sentido Nordeste/Sudoeste que culmina num pinhal. A Casa no Meco foi pensada a partir da regeneração de uma casa preexistente, com a ideia de dar-lhe um novo caracter, reconstruindo-a com outra qualidade. A principal característica da casa é a relação com o exterior, sendo reconstruída num único piso e dotada de uma fachada transparente que cria um panorama sobre o pinhal a Sudoeste a partir de um amplo envidraçado.

Fonte: Archdaily
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