Arquitetura
Plataforma Pujiang / MVRDV | ArchDaily Brasil

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- Área:
414 m²
Ano:
2024

Descrição enviada pela equipe de projeto. A MVRDV concluiu a Plataforma Pujiang, um mirante composto por um pavilhão de madeira em arcos, coberto por terra, implantado entre as colinas ao sul de Chengdu. O projeto funciona tanto como destino de visitação quanto como espaço para eventos, aproveitando a paisagem natural espetacular do centro da China. Pensada para se integrar ao entorno e, ao mesmo tempo, se destacar como um marco visível a partir das planícies abaixo, a estrutura em arcos telescópicos conduz os visitantes até uma ampla janela panorâmica e uma varanda em balanço projetada sobre a encosta.

A nova cidade de Pujiang está em desenvolvimento a sudoeste de Chengdu, com o objetivo de oferecer aos seus moradores um estilo de vida sustentável e de alta qualidade. Nas colinas a leste da cidade, um mirante simples já existente proporcionava vistas amplas tanto da área urbana em crescimento quanto da cadeia de montanhas Qionglai ao fundo. A MVRDV foi contratada pelo Departamento de Planejamento e Recursos do Condado de Pujiang para transformar esse ponto em um destino atrativo para turistas e em um espaço capaz de receber eventos diversos, de casamentos a reuniões governamentais.

O projeto parte da constatação de que a colina havia sido parcialmente aplainada durante a construção da antiga plataforma. Ao criar um pavilhão em arco recoberto por um talude de terra que se mistura à paisagem, a proposta recria simbolicamente a colina que existia antes. O desenho também aprimora a rede de caminhos, oferecendo múltiplos acessos ao mirante, incluindo uma escada sinuosa que integra uma segunda plataforma de observação. A estrutura do pavilhão é inteiramente em madeira, funcionando como demonstração do potencial do material e incentivando seu uso na construção chinesa — ainda pouco adotado em larga escala, apesar de seus benefícios na redução das emissões de carbono.

O acesso ao pavilhão se dá por uma pequena fachada envidraçada embutida no talude de terra, no lado sudeste. No interior, o teto sobe enquanto o piso desce, acompanhando a inclinação natural do terreno. Essa inclinação cria uma espécie de arquibancada, ideal tanto para apresentações quanto para simplesmente sentar e contemplar a paisagem através da fachada envidraçada de 10 metros de altura no lado oposto. Essa fachada conta com duas grandes portas de correr que se abrem para a varanda externa, ampliando a relação entre interior e exterior e permitindo que a varanda funcione como extensão do espaço interno.

“As colinas desta região são realmente impressionantes, e um dos nossos desafios foi aproveitar ao máximo essas vistas reduzindo o impacto sobre a paisagem”, afirma Jacob van Rijs, sócio-fundador da MVRDV. “Ao acrescentar um pavilhão com forma de colina e cobertura verde, não apenas minimizamos nosso impacto, como também recriamos a colina que existia antes. Esse gesto de preservação e respeito à natureza é a essência do projeto, reforçada pelo uso de materiais de base biológica, como a madeira, que são mais sustentáveis.”

O projeto paisagístico busca potencializar o que já existia no local. As espécies vegetais escolhidas refletem a biodiversidade da área, inclusive sobre o talude que cobre o teto do pavilhão, onde uma camada de solo de 10 centímetros permite o crescimento de gramíneas, flores e pequenos arbustos. Os cursos d’água existentes são aproveitados para a coleta de água da chuva e para a irrigação.

Os caminhos pré-existentes foram integrados ao projeto, com a adição de uma escada que os conecta em um percurso circular. No topo dessa escada está a plataforma secundária de observação, circular, que oferece vistas de 360 graus tanto das montanhas ao longe quanto do ambiente natural mais próximo.


Além da estrutura em madeira, que reduz significativamente o carbono incorporado, o projeto adota diversas estratégias para diminuir as emissões operacionais. O talude de terra e a vegetação funcionam como isolamento térmico e massa térmica, suavizando as variações de temperatura. O teto foi concebido para permitir ventilação natural, enquanto a orientação norte da grande janela, os beirais do telhado e as árvores ao redor reduzem o ganho solar direto. Parte da demanda energética do pavilhão é suprida por uma bomba de calor geotérmica.

Essas soluções garantem que a Plataforma Pujiang reflita a identidade sustentável da nova cidade ao pé da colina. Para moradores e visitantes, o edifício se apresenta como um exemplo de arquitetura sustentável integrada à paisagem natural — e, à noite, a luz que emana de sua grande janela transforma o pavilhão em um verdadeiro farol nas colinas, visível desde as planícies abaixo.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Centro de Visitantes Volcano-In / PLAT ASIA

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- Área:
3532 m²
Ano:
2025
Fabricantes: LifeSmart

Descrição enviada pela equipe de projeto. O projeto está implantado no interior de um vulcão extinto em forma de “C”, que entrou em erupção há aproximadamente 150.000 anos, durante o Período Pleistoceno da Época Quaternária. Trata-se de um dos 108 vulcões da Área de Estepes e Vulcões de Baiyinkulun. A região é rica em recursos naturais e apresenta uma paisagem selvagem composta por montanhas, vulcões, zonas úmidas, florestas, campos, lagos, estepes, terras arenosas e campos de neve, que, em conjunto, favorecem uma biodiversidade abundante e contextos culturais diversos.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Vizinha de Kortney Kardashian e Kevin Costner, mansão na Califórnia é vendida por mais de R$ 200 milhões
Vizinha aos imóveis de personalidades como Kevin Costner e Kourtney Kardashian, uma mansão à beira-mar em Santa Barbara, na Califórnia, nos Estados Unidos, foi vendida por 47 milhões de dólares (R$ 247 milhões, em valores convertidos na cotação atual). A casa está localizada na rua Carpenteria, onde também moram Ashton Kutcher e Mila Kunis.
Arquitetura
Casa no Limite da Planície / Skupaj Arhitekti

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- Área:
120 m²
Ano:
2025
Fabricantes: Artemide, Donar, Flos, Ligne Roset, Rex Kralj, TON

Descrição enviada pela equipe de projeto. Situada no limite da planície de Murska Sobota, esta casa unifamiliar é concebida como um pavilhão na paisagem, onde a vida cotidiana se desenrola entre o interior e o jardim. Em vez de se impor ao entorno, a casa se abre para ele.

Fonte: Archdaily
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