Arquitetura
Reforma da Residência Nagiso / OTAA.llc

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- Área:
62 m²
Ano:
2025

Cultivando o Interior – A cidade de Nagiso, em Nagano, onde se localiza o terreno, é um lugar pouco conhecido até mesmo entre os próprios japoneses. Cercada por florestas, a região é reconhecida pela madeira da marca “Kiso Hinoki”, que se tornou parte da identidade local graças à variedade de técnicas artesanais tradicionais desenvolvidas por seus artesãos, como a marcenaria e a confecção de chapéus de hinoki (hinokasa). Nos últimos anos, esse lugar — que também é a terra natal dos meus avós — tem atraído principalmente turistas estrangeiros.

Com uma população em declínio e envelhecida, a cidade de Nagiso representa, por assim dizer, uma versão antecipada do futuro do Japão. Acreditamos que estabelecer raízes nesse local e continuar atuando como arquiteto poderia oferecer pistas valiosas para o futuro da arquitetura. Por isso, decidimos adquirir o terreno e os edifícios existentes, reformá-los e assumir todas as etapas do processo: planejar, projetar, construir e operar um hotel de aluguel.



Primeiro, para integrar o espaço à paisagem das plantações de chá e das montanhas ao redor, substituímos os caixilhos de madeira fixos. Além disso, todo o átrio — um elemento marcante da construção — foi pintado de prata, transformando a antiga cabana de madeira em um ambiente minimalista e singular.



No quarto em estilo japonês, os antigos tatames foram removidos e substituídos por “placas de casca de Kiso Hinoki”, um material de piso desenvolvido em parceria com a Katsuno Lumber, uma empresa local de silvicultura e processamento de madeira, situada em Minami-Kiso. Esse material é um painel laminado de alta qualidade, feito a partir da casca da árvore Kiso Hinoki.


Durante a obra, convidamos a perfumista Megumi Fukatsu para criar uma essência exclusiva a partir do Kiso Hinoki, em colaboração com os estudantes que participaram da construção. Enxergamos a arquitetura como a soma de seus elementos — visíveis ou não — e consideramos o design também nas camadas sensoriais e imateriais do espaço.

As xícaras utilizadas no hotel foram produzidas com a técnica local Nagiso roroku, resultando em peças únicas com design próprio. Por meio de atividades manuais e oficinas, este projeto foi construído não a partir de um plano grandioso, mas sim como o resultado de uma sequência de pequenas ações. Acreditamos que o mundo do futuro poderá ser moldado justamente por esse acúmulo de gestos artesanais.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Residência RDJ / Jacobsen Arquitetura

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada em um grande declive, em meio a uma reserva florestal, o projeto da Residência RDJ buscou mimetizar topograficamente o terreno no qual se insere. O objetivo era criar uma casa que, à primeira vista, parecesse térrea, mas que fosse lentamente se desdobrando através do subsolo e de outros pavilhões que compõem o percurso da sua descida.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa no Meco / DNSJ.arq

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- Área:
272 m²
Ano:
2018
Fabricantes: CIFIAL, CIN, Duravit, GRAPHISOFT, Oli, Sanitana, Velux,

Descrição enviada pela equipe de projeto. Situado num terreno praticamente plano e de forma retangular, o lote é orientado no sentido Nordeste/Sudoeste que culmina num pinhal. A Casa no Meco foi pensada a partir da regeneração de uma casa preexistente, com a ideia de dar-lhe um novo caracter, reconstruindo-a com outra qualidade. A principal característica da casa é a relação com o exterior, sendo reconstruída num único piso e dotada de uma fachada transparente que cria um panorama sobre o pinhal a Sudoeste a partir de um amplo envidraçado.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa concebida por Zanine Caldas é renovada para artista no Rio de Janeiro
“Minha intervenção atual, a convite dos moradores, tem a função de atualizar e adequar a grande casa à vida da família”, diz o arquiteto Carlos Boeschenstein, que criou o espaço artístico e a sala de ginástica, além de retrabalhar toda a iluminação para valorizar as madeiras da estrutura típica de Zanine e, ao mesmo tempo, destacar as peças da “artista residente” – neste caso, literalmente. Raquel estudou sua arte na Heatherleys School of Fine Arts, no Morley College e na University of the Arts of London, e já expôs suas obras, desde 2019, na Casa Brasil, no Centro Cultural dos Correios e no Consulado da Argentina, além de galerias diversas, sempre no Rio de Janeiro.
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