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Royalties para brasileiros no Spotify crescem em 31% e chegam a R$ 1,6 bi em 2024

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Os artistas brasileiros geraram R$ 1,6 bilhão em royalties no Spotify no ano passado, segundo a nova edição nacional do relatório “Loud & Clear” da plataforma de streaming de áudio. O valor repassado aos músicos teve um salto de 31% em relação a 2023, superando a média global do mercado no mesmo período, que foi de 21,7%.

A pesquisa indicou que o mercado musical do Brasil -nono maior do mundo em termos de receita- reteve mais de 60% dos ganhos gerados no país. Com um faturamento que superou os R$ 3 bilhões em 2024, o Brasil se tornou o país com o crescimento mais rápido entre os dez maiores mercados musicais do mundo.

Apesar de não detalhar onde houve maior crescimento, a plataforma afirma que o crescimento de receita foi observado tanto em nomes pequenos como em outros já consolidados. Desde o final de 2023, a plataforma considera que uma música precisa ter, ao menos, mil plays em um ano para que seja elegível para pagamento.

Na média diária, das 50 músicas mais tocadas no Spotify Brasil, no ano passado, 84% delas eram de artistas do país. Internacionalmente, os maiores ouvintes da música brasileira foram Estados Unidos, México, Alemanha, Reino Unido e Espanha.

Em 2024, artistas brasileiros também foram descobertos por novos ouvintes quase 11,8 bilhões de vezes no Spotify, um aumento de 19% em relação ao ano anterior. Ao avaliar apenas as artistas mulheres, o crescimento em streams internacionais foi de 51%.

Desde que chegou ao Brasil, em 2014, o Spotify lidera um crescimento consistente do streaming no país: em 2023, por exemplo, esse modelo de distribuição representou 99,2% do faturamento da indústria fonográfica brasileira.

O número de artistas brasileiros que já ganharam mais de R$ 1 milhão com o Spotify triplicou desde 2019. Entre os mais ouvidos da década, estão Marília Mendonça, Anitta e MC Ryan SP.

A plataforma afirma ter 678 milhões de ouvintes mensais no mundo, dentre os quais 268 milhões são assinantes, mas não foi divulgado quantos deles estão no Brasil. Ainda assim, os localizados na América Latina representam cerca de 23% do montante.



Fontes: Notícias ao Minuto

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PlayStation 6 pode chegar em 2027, apontam novos rumores

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Rumores sobre a próxima geração de consoles da Sony voltaram a ganhar força nas últimas semanas. Entre as especulações, há quem acredite que o aumento no preço da memória RAM pode levar a empresa a adiar o lançamento do sucessor do PlayStation 5.

Por outro lado, alguns analistas apontam que a Sony dificilmente atrasaria a chegada do PlayStation 6 por causa dos compromissos firmados com parceiros da cadeia de produção. Um adiamento poderia causar problemas logísticos e contratuais com fornecedores.

Apesar das discussões, ainda não há consenso sobre os planos da empresa japonesa. De acordo com o site Android Headlines, o conhecido vazador de informações Kepler L2 afirma que o PlayStation 6 deve chegar ao mercado em 2027, possivelmente no final do ano, próximo ao período de Natal.

Mesmo assim, especialistas ressaltam que ainda é cedo para ter certezas sobre a data de lançamento. A própria Sony pode ainda não ter um cronograma definitivo, especialmente diante das oscilações nos preços de componentes eletrônicos.

Outro fator que pode influenciar os planos da empresa é a movimentação da concorrência. A Microsoft já confirmou que trabalha em uma nova geração de consoles, conhecida internamente pelo codinome “Project Helix”.

Diante desse cenário, a expectativa é que a Sony também acelere o desenvolvimento de sua próxima plataforma para não perder espaço no mercado, mesmo que o novo console chegue às lojas com preço mais alto do que o esperado.
 
 

Meta compra rede social habitada apenas por agentes de IA; entenda

Empresa dona de Facebook, Instagram e Threads anunciou a aquisição da Moltbook, plataforma semelhante ao Reddit onde interagem apenas agentes de Inteligência Artificial. A equipe da startup passará a integrar a divisão Meta Superintelligence Labs

Notícias ao Minuto | 11:30 – 13/03/2026

 



Fontes: Notícias ao Minuto

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Atualização vai mudar a forma como conduz com ajuda do Google Maps

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O Google anunciou nesta quinta-feira, dia 12, uma série de novidades para o Google Maps. Entre as principais atualizações está um novo design da interface que promete tornar a experiência de navegação mais imersiva para os usuários.

Batizada de “Navegação Imersiva”, a novidade traz uma visualização em 3D durante a navegação. Com isso, os motoristas poderão ver com mais clareza elementos do trajeto, como edifícios, pontes, túneis e variações de relevo ao longo do caminho, em uma experiência semelhante à oferecida pelo Apple Maps.

“A nossa equipe se propôs a redesenhar a experiência de condução para eliminar dúvidas durante as viagens”, afirmou Miriam Daniel, vice-presidente do Google Maps, segundo o site TechCrunch. “A Navegação Imersiva é uma transformação completa da experiência de navegação. Ela inclui visuais redesenhados, informações atualizadas no momento certo e orientações mais intuitivas.”

A atualização já começou a ser disponibilizada nos Estados Unidos. Usuários de outros países terão de aguardar um pouco mais, já que o lançamento será feito de forma gradual. Além de smartphones Android e iOS, a novidade também chegará aos sistemas Android Auto e Apple CarPlay.

Outra novidade anunciada pelo Google é a integração de recursos de Inteligência Artificial ao Maps. Com a nova função, os usuários poderão fazer perguntas em linguagem natural sobre a viagem ou sobre locais próximos.

A ferramenta recebeu o nome de “Ask Maps”. Com ela, será possível, por exemplo, perguntar onde encontrar um lugar para carregar o celular enquanto toma um café ou localizar quadras de tênis com iluminação para jogar à noite.

Assim como a nova interface de navegação, o “Ask Maps” também será lançado inicialmente em poucos mercados. A funcionalidade começará a ser disponibilizada nos Estados Unidos e na Índia para dispositivos Android e iOS.
 

Google lança IA que prevê enchentes e desastres naturais com 24h

Nova tecnologia chamada Groundsource usa inteligência artificial Gemini para transformar milhões de relatórios públicos em dados estruturados. Sistema já identificou 2,6 milhões de enchentes históricas e ajuda a prever desastres em mais de 150 países

Notícias ao Minuto | 05:30 – 13/03/2026

 
 



Fontes: Notícias ao Minuto

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NASA revela onde caiu satélite que fez reentrada descontrolada na Terra

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O satélite Van Allen Probe A, da NASA, reentrou na atmosfera da Terra de forma descontrolada, mas não causou qualquer incidente. Antes da queda, estimava-se que o risco de alguma parte do equipamento atingir uma pessoa fosse de aproximadamente 1 em 4.200.

Após monitorar o trajeto do satélite, a NASA e a Força Espacial dos Estados Unidos confirmaram o local da queda. Segundo comunicado oficial da agência espacial, o equipamento caiu no oceano Pacífico, a mais de mil quilômetros a oeste do arquipélago de Galápagos.

Por ter atingido uma área remota do oceano, o satélite não representou perigo para pessoas ou áreas habitadas.

Antes da reentrada, a NASA havia alertado que alguns fragmentos poderiam sobreviver ao processo de passagem pela atmosfera. Mesmo assim, a agência reforçou que as chances de causar danos eram extremamente baixas.

O Van Allen Probe A foi lançado em 2012 com a missão de estudar os cinturões de radiação da Terra, conhecidos como cinturões de Van Allen. A missão científica do satélite foi concluída em 2019.

Inicialmente, a NASA estimava que o equipamento só reentraria na atmosfera por volta de 2034. No entanto, o atual ciclo solar tem apresentado atividade mais intensa do que o previsto, o que acelerou o processo de queda do satélite.

O Van Allen Probe A foi lançado ao espaço junto com outro satélite idêntico, o Van Allen Probe B. A expectativa da NASA é que esse segundo equipamento também reentre na atmosfera terrestre nos próximos anos, possivelmente por volta de 2030.

NASA alerta para satélite em queda descontrolada em direção à Terra

Equipamento lançado em 2012 para estudar os cinturões de radiação do planeta pode ter partes que sobrevivam à reentrada na atmosfera. Agência espacial afirma que o risco de destroços atingirem pessoas é considerado baixo

Notícias ao Minuto | 08:00 – 11/03/2026



Fontes: Notícias ao Minuto

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