Arquitetura
Laboratório de Vida Urbana / Su Chang Design Research Office

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Descrição enviada pela equipe de projeto. O design do Pavilhão Re:Tai Kok Tsui combina artesanato local em aço galvanizado e elementos de bambu laminado para criar um espaço comunitário que transforma o bairro de Tai Kok Tsui. A forma fluída cria uma imagem das ondas em movimento e reativa a memória coletiva do público sobre a qualidade espacial única de Tai Kok Tsui entre o mar e a terra, provocando uma nova visão do futuro urbano de Tai Kok Tsui.


Espaço Público em Paisagem Urbana de Alta Densidade — Tai Kok Tsui é uma das regiões de renovação urbana mais rápida de Hong Kong. Mais de dois terços dos edifícios têm mais de 40 anos e enfrentarão projetos de reconstrução e renovação em diferentes graus nos próximos 15 anos. Tai Kok Tsui também é uma das comunidades mais densamente povoadas de Hong Kong, com uma densidade populacional de 180 pessoas por 1.000 metros quadrados, o que é 6 vezes a densidade populacional média em Hong Kong, mas o espaço público per capita para recreação é de apenas 0,43 metros quadrados. Nesse contexto, o foco do design da vida urbana está em criar espaços públicos de qualidade para comunidades marcadas por edifícios envelhecidos, alta densidade e processos de renovação acelerados.



História Urbana e Propriedade Espacial — Tai Kok Tsui foi, em tempos passados, um importante polo de estaleiros em Hong Kong, abrigando uma próspera indústria de construção e reparo naval antes das obras de aterro. Com sucessivas intervenções de aterramento e desenvolvimento urbano ao longo da história, a região acumulou uma rica estratificação e textura urbana, marcada por múltiplas camadas de histórias e vivências. A área onde hoje se localiza o projeto era originalmente um abrigo contra tufões. Após o aterro, a propriedade, bem como os direitos de gestão e manutenção, passaram a ser compartilhados por diversos grupos e instituições, como o governo, empresas de metrô, incorporadoras e ONGs. Nesse contexto complexo, criar um espaço público de alta qualidade em um território com múltiplos proprietários representa um dos principais desafios de projeto.


Cobertura Pública —O projeto propõe uma cobertura pública que oferece alívio ao clima subtropical, criando um espaço de encontro e convivência para os moradores da comunidade, ao norte do Olympian City II. Com geometria em forma de concha, a estrutura é concebida em torno das palmeiras já existentes, maximizando as áreas de sombra e permitindo a livre circulação do vento pelo espaço público. Atuando como uma plataforma urbana para reativar espaços subutilizados, o pavilhão valoriza o contexto local e estabelece um espaço coletivo enraizado no bairro em transformação de Tai Kok Tsui.


A forma geral do pavilhão responde às condições específicas do local, oferecendo proteção contra a intensa luz solar do sudoeste durante o verão e permitindo a entrada de luz refletida nos meses de inverno. A estrutura em forma de concha, construída com um compósito de bambu e chapa de estanho, favorece a drenagem direta da água da chuva para a praça de tijolos permeáveis que circunda o espaço. Além disso, a baixa capacidade térmica do bambu contribui para a criação de um ambiente naturalmente fresco e confortável para descanso. Integrada às palmeiras existentes, a cobertura também forma um espaço naturalmente ventilado, adaptado às características climáticas do regime de monções subtropicais.


Cultura Material – Aço Galvanizado & Bambu — Inspirando-se no patrimônio do local como um estaleiro significativo e abrigo contra tufões, colaboramos com metalúrgicos locais para revitalizar a tradição do artesanato em aço. Misturando técnicas tradicionais com métodos de fabricação contemporâneos, criamos uma abordagem híbrida que integra bambu e aço, preservando a memória coletiva das culturas materiais únicas do local entre o mar e a terra.

O sul da China tem uma rica história de cultivo, colheita, processamento e utilização de bambu na construção. Desenvolvemos técnicas para produzir materiais de bambu colado para fins estruturais por meio de parcerias com fabricantes. Como a primeira estrutura de bambu colado em Hong Kong, o projeto alcançou uma redução de 75% nas emissões de carbono incorporadas em comparação com sistemas de aço, levando a uma estimativa de redução de 7 toneladas de CO2.


Design Participativo — O processo de design incorpora o engajamento de partes interessadas, como reuniões, exposições, oficinas e seminários para reunir opiniões da comunidade. Extensa pesquisa, observação e questionários foram realizados com usuários regulares do local destacando a necessidade de sombra para animar esse espaço urbano vazio no centro da cidade. O projeto serve não apenas como uma área de descanso, mas também como um ponto focal para reuniões comunitárias e atividades educacionais dentro do bairro em evolução.


Construção Circular — O projeto foi criado para ser reutilizado em diferentes fases e locais. Na Fase 1 ele serve como um catalisador e modelo. Após doze meses, o projeto fará a transição para a fase 2, e cada um dos cinco módulos será desmontado, realocado e remontado em novos locais enfrentando desafios semelhantes de renovação urbana. O objetivo é estabelecer um sistema de construção circular, negativo em carbono e baseado em biocompostos, integrando materiais de bambu de origem local e estrutura tradicional em aço, trazendo novos valores de design sustentável para materiais de construção tradicionais.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa RDS / Luiz Paulo Andrade Arquitetos

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Descrição enviada pela equipe de projeto. Da diplomacia à vida familiar contemporânea. Reinventando um projeto de Vanguarda, a Casa RDS passou por uma notável transformação, unindo história e modernidade em um projeto de reforma inovador. A residência foi originalmente projetada nos anos 1960, pelo arquiteto carioca Américo R. Campello, para ser a morada do Cônsul Britânico em São Paulo, e posteriormente adaptada a fim de ser o Consolado da Inglaterra na década de 1980. Atualmente, ressurge como um lar sofisticado para uma família do século XXI. O projeto de Campello, cuja estrutura foi considerada inovadora para a época, foi descaracterizado por conta de alterações ao longo dos anos. Nosso objetivo de projeto passou a ser reforçar a volumetria original, através da recuperação dos amplos e belos balanços, além de ampliar os espaços internos.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa MJ / majo | ArchDaily Brasil

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- Área:
250 m²
Ano:
2021
Fabricantes: Deca, Drenaltec, Luchi Esquadrias em Alumínio, Marmoraria Valinhos, Portobello, Solo Revestimentos, Teceart Móveis e Planejados

Descrição enviada pela equipe de projeto. Nossa casa foi pensada para ser muito mais do que apenas um local para viver; ela é uma extensão de quem somos. O conceito de integração entre os espaços foi um dos nossos maiores focos, permitindo uma convivência contínua e harmônica entre os ambientes internos e externos. Utilizamos materiais naturais, como a madeira, o concreto e o tijolo, que trazem autenticidade e aconchego ao projeto, sem perder o toque contemporâneo.

Fonte: Archdaily
Arquitetura
Casa Colibri / Estudio Libre MX

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- Área:
376 m²
Ano:
2025

Descrição enviada pela equipe de projeto. Localizada ao sul da Cidade do México, esta casa foi projetada com o objetivo de acolher encontros e eventos, oferecendo um espaço de convivência e lazer familiar, tendo a piscina como eixo central do projeto.

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